1. Problema resolvido
O visitante chega ao OLA com um modelo mental próprio, uma expectativa, uma dúvida, um interesse ou uma curiosidade. Se o sistema não acolher e orientar essa chegada, o visitante pode se perder diante da complexidade do projeto.
A experiência do visitante não é apenas uma questão de tela. Ela envolve cognição, linguagem, navegação, orientação, confiança, valor percebido e continuidade possível dentro do OLA.
2. Mapa visual da experiência do visitante
A imagem abaixo sintetiza a experiência do visitante como um mapa de jornada, relacionando chegada, acolhimento, compreensão, escolha de caminho, entrada por interesse, exploração, continuidade e valor percebido.
Figura — Mapa de Experiência do Visitante: visão integrada da jornada, páginas-chave, cenários, modelo mental, requisitos, retenção de informações e valor criado.
3. Quem é o visitante
O visitante é a pessoa que chega ao OLA sem necessariamente conhecer sua estrutura. Ele pode estar apenas curioso, pode ter uma dúvida, pode querer aprender algo, pode avaliar o projeto ou pode desejar construir conhecimento.
Visitante de chegada
Ainda não sabe se quer apenas conhecer, aprender, explorar, construir ou acompanhar.
Não é papel fixo
A mesma pessoa pode depois se tornar aprendiz, autor, leitor técnico ou colaborador.
Chega com algo
Pode trazer pergunta, texto, dúvida, tema, experiência, imagem, problema ou interesse.
4. Cenários do visitante
Os cenários ajudam a entender por que o visitante chegou e que tipo de valor o OLA deve oferecer.
| Cenário | Situação do visitante | Necessidade principal | Entrega recomendada | Valor criado |
|---|---|---|---|---|
| Primeira visita curiosa | Chega por link, indicação, busca ou conversa. | Entender o que é o OLA. | guia_primeira_visita.html |
Reduz estranhamento e cria compreensão inicial. |
| Visitante com dúvida | Chega com uma pergunta concreta. | Encontrar um caminho de resposta. | entrada_por_interesse.html |
Transforma dúvida em rota de conhecimento. |
| Visitante por interesse | Chega interessado em tema, área ou problema. | Localizar domínio ou trilha. | entrada_por_interesse.html |
Conecta interesse a domínio, trilha ou página. |
| Visitante aprendiz | Quer estudar algo. | Encontrar sequência, objeto ou trilha. | percursos_visitante.html + aprendiz/ |
Dá direção ao estudo. |
| Visitante técnico | Quer entender arquitetura, método ou sistema. | Ver estrutura, governança e funcionamento. | mapa_visitante.html + portal |
Demonstra consistência conceitual. |
| Visitante potencial autor | Quer construir, revisar ou organizar conteúdo. | Entender como produzir artefatos. | autor/ + projeto/ + governança/ | Transforma visitante em produtor ou curador. |
| Visitante avaliador | Quer avaliar o projeto, proposta ou valor. | Ver coerência, organização e visão institucional. | portal + fundamentos + governança | Gera confiança e entendimento estrutural. |
| Visitante recorrente | Já conhece algo e retorna. | Retomar caminho ou explorar nova área. | mapa, percursos, entrada por interesse | Favorece continuidade. |
5. Modelo mental do visitante
O modelo mental descreve o que o visitante imagina que está vendo antes de compreender a arquitetura real do OLA.
| Modelo mental inicial | Como interpreta o OLA | Risco | Como o OLA deve ajustar a percepção |
|---|---|---|---|
| Site comum | “É um site com páginas e menus.” | Não perceber o sistema de conhecimento por trás. | Mostrar mapa, percursos e transformação de entradas em artefatos. |
| Livro digital | “É um livro online para ler.” | Esperar leitura linear demais. | Explicar que o OLA é ajustável, navegável e relacional. |
| Blog ou artigos | “São textos soltos por tema.” | Não perceber relações, trilhas e mapas. | Apresentar domínios, mapas, trilhas e páginas relacionadas. |
| Plataforma de aprendizagem | “É um ambiente de curso.” | Esperar módulos formais e avaliação pronta. | Mostrar aprendizagem como trilha ajustável e evolutiva. |
| Sistema técnico | “É uma arquitetura complexa.” | Achar difícil ou excessivamente interno. | Começar pelo guia simples e só depois apontar para arquitetura. |
| Assistente com IA | “É algo que responde perguntas.” | Não perceber estruturação, governança e evolução. | Explicar que a entrada pode gerar páginas, mapas, trilhas e conhecimento organizado. |
| Biblioteca de conhecimento | “É um repositório de conteúdos.” | Não perceber que o OLA também produz e reorganiza conhecimento. | Mostrar exemplos públicos e percurso de construção. |
6. Expectativas e barreiras
A experiência do visitante deve reconhecer expectativas e reduzir barreiras. O objetivo não é mostrar tudo, mas permitir uma primeira compreensão útil.
Expectativas prováveis
- Entender rapidamente o que é o OLA.
- Saber por onde começar.
- Encontrar um tema ou domínio.
- Ver exemplo concreto.
- Obter um caminho de estudo.
- Avaliar se o projeto tem coerência.
- Saber se pode construir ou contribuir.
Barreiras prováveis
- “Não entendi se é site, livro ou sistema.”
- “Tem páginas demais.”
- “Parece técnico demais.”
- “Não sei onde meu tema entra.”
- “Não sei o que posso fazer aqui.”
- “Não sei para onde ir depois.”
- “Não vi um exemplo concreto.”
| Barreira | Resposta do OLA | Entrega associada |
|---|---|---|
| Não entendi o que é | Explicação curta e acolhedora. | guia_primeira_visita.html |
| Não sei por onde começar | Caminhos por intenção. | percursos_visitante.html |
| Não sei onde meu tema entra | Roteamento por interesse. | entrada_por_interesse.html |
| Parece complexo | Leitura progressiva e linguagem simples. | Guia, cards, mapa e páginas relacionadas. |
| Não sei se devo continuar | Mostrar valor, exemplos e continuidade possível. | Domínios, aprendiz, autor ou portal. |
7. Jornada do visitante
A jornada do visitante transforma chegada em compreensão, escolha de caminho, exploração e possível continuidade.
| Etapa | Pergunta do visitante | Resposta esperada do OLA | Página ou recurso |
|---|---|---|---|
| Chegada | Onde estou? | Mostrar entrada pública e localização. | ../index.html, breadcrumb, hero. |
| Acolhimento | O que é isso? | Explicar de forma simples. | guia_primeira_visita.html |
| Compreensão | Como isso se organiza? | Mostrar relações e caminhos. | mapa_visitante.html |
| Escolha | O que posso fazer agora? | Oferecer caminhos por intenção. | percursos_visitante.html |
| Interesse | Meu tema entra onde? | Conectar interesse a domínio, trilha ou página. | entrada_por_interesse.html |
| Exploração | Para onde sigo? | Encaminhar para domínio, aprendiz, autor ou portal. | domínios/, aprendiz/, autor/, portal. |
| Valor percebido | O que ganhei com isso? | Clareza, caminho, conhecimento organizado ou continuidade. | Entrega consumida ou caminho escolhido. |
8. Pontos de contato da experiência
Os pontos de contato são interfaces de percepção, decisão e continuidade.
Hero e texto inicial
Produzem a primeira compreensão do propósito da página.
Breadcrumb
Mostra onde o visitante está na estrutura física do OLA.
Cards de caminhos
Permitem escolher rapidamente entre conhecer, aprender, explorar ou construir.
Mapa e grafo
Mostram que o OLA é um sistema conectado, não apenas páginas isoladas.
Entrada por interesse
Conecta tema, dúvida ou necessidade a domínio, trilha ou página.
Páginas relacionadas
Evitam becos sem saída e sugerem próximo caminho.
9. Requisitos funcionais
Requisitos funcionais indicam o que o sistema deve permitir ao visitante fazer.
| Código | Requisito funcional | Descrição | Entrega ou interface |
|---|---|---|---|
| RF01 | Apresentar o OLA | Explicar de forma simples o que é o OLA. | index.html, guia da primeira visita. |
| RF02 | Acolher a primeira visita | Oferecer uma página curta de orientação inicial. | guia_primeira_visita.html |
| RF03 | Permitir escolha por intenção | Apresentar caminhos como conhecer, aprender, explorar domínios ou construir. | percursos_visitante.html |
| RF04 | Permitir entrada por interesse | Conectar interesse inicial a domínio, trilha ou página. | entrada_por_interesse.html |
| RF05 | Exibir mapa do visitante | Mostrar relações entre visitante, páginas e áreas do OLA. | mapa_visitante.html |
| RF06 | Encaminhar para domínios | Direcionar o visitante para áreas temáticas. | dominios/ |
| RF07 | Encaminhar para aprendiz | Direcionar quem deseja aprender para trilhas e objetos. | aprendiz/ |
| RF08 | Encaminhar para autor | Direcionar quem deseja produzir ou organizar artefatos. | autor/ |
| RF09 | Encaminhar para portal | Direcionar visitante técnico para arquitetura, governança e fundamentos. | portal.html |
| RF10 | Mostrar páginas relacionadas | Permitir continuidade de navegação. | Blocos finais de páginas relacionadas. |
| RF11 | Permitir retorno à entrada pública | Manter saída clara para a entrada pública. | Menu superior e links para index.html. |
| RF12 | Alternar tema | Permitir tema claro/escuro. | Botão Tema. |
| RF13 | Apoiar leitura em celular | Adaptar menus, cards e tabelas a telas pequenas. | Responsividade, índice hambúrguer e rolagem horizontal. |
10. Requisitos não funcionais
Requisitos não funcionais indicam qualidades esperadas da experiência.
RNF01 — Clareza
Linguagem compreensível para quem não conhece o OLA.
RNF02 — Baixa carga cognitiva
Não apresentar toda a complexidade logo no início.
RNF03 — Responsividade
Funcionar em celular, tablet, desktop e telas maiores.
RNF04 — Acessibilidade
Ter contraste adequado, links claros e estrutura semântica.
RNF05 — Coerência visual
Manter padrão visual compatível com as páginas do OLA.
RNF06 — Navegação progressiva
Começar simples e aprofundar aos poucos.
RNF07 — Manutenibilidade
Facilitar atualização quando novas páginas forem criadas.
RNF08 — Segurança informacional
Não expor dados pessoais ou conteúdos internos sensíveis.
RNF09 — Orientação por contexto
Ajudar o visitante a saber onde está e para onde pode ir.
RNF10 — Escalabilidade conceitual
Permitir novos percursos, domínios e exemplos sem quebrar a estrutura.
11. Regras da experiência do visitante
| Regra | Formulação | Aplicação |
|---|---|---|
| RV01 | A pasta visitante/ acolhe e orienta; não acompanha aprendizagem individual. | Encaminhar acompanhamento para aprendiz/. |
| RV02 | Toda página de visitante deve ter linguagem pública e progressiva. | Começar simples e aprofundar por links. |
| RV03 | O visitante não é identidade fixa. | Pode virar aprendiz, autor, avaliador ou leitor técnico. |
| RV04 | Páginas de visitante devem oferecer próximo caminho claro. | Usar cards, links relacionados e chamadas de continuidade. |
| RV05 | Conteúdo sensível, pessoal ou interno não deve ficar em visitante/. | Manter separação público/privado. |
| RV06 | Toda nova página relevante da pasta deve ser ligada ao índice e ao mapa. | Atualizar index_visitante.html e mapa_visitante.html. |
| RV07 | A entrada por interesse deve sugerir caminhos, não impor classificação única. | Permitir múltiplos domínios para um mesmo interesse. |
| RV08 | Percursos devem ser organizados por intenção de uso. | Conhecer, aprender, explorar domínios ou construir. |
| RV09 | O mapa do visitante deve refletir a estrutura real da pasta. | Atualizar o grafo e páginas relacionadas quando houver mudanças. |
| RV10 | O visitante deve compreender o OLA sem conhecer previamente M0–M3. | Evitar dependência de linguagem interna na primeira camada. |
12. Funcionalidades que criam valor
Guia da primeira visita
Reduz a barreira inicial e explica o OLA em linguagem simples.
Mapa do visitante
Mostra como a entrada pública se conecta ao sistema.
Percursos por intenção
Ajuda o visitante a escolher entre conhecer, aprender, explorar ou construir.
Entrada por interesse
Conecta tema, dúvida ou necessidade a domínio ou trilha.
Cards de caminhos
Facilitam decisão rápida e reduzem esforço cognitivo.
Grafo do visitante
Mostra visualmente a experiência como rede de relações.
Links relacionados
Evitam becos sem saída e favorecem continuidade.
Tema claro/escuro
Melhora o conforto visual e a leitura prolongada.
13. Interfaces do visitante
Interface, aqui, é qualquer ponto de contato entre visitante e OLA.
| Interface | Papel | Tipo de valor |
|---|---|---|
../index.html |
Entrada pública ampla. | Primeira apresentação do OLA. |
index_visitante.html |
Índice da experiência do visitante. | Organização da pasta visitante/. |
guia_primeira_visita.html |
Interface de acolhimento. | Redução de estranhamento. |
mapa_visitante.html |
Interface de orientação relacional. | Visão de conjunto. |
percursos_visitante.html |
Interface de decisão por intenção. | Escolha de caminho. |
entrada_por_interesse.html |
Interface de roteamento por interesse. | Conexão com domínio ou trilha. |
| Breadcrumb | Interface de localização. | Saber onde está. |
| Cards | Interface de escolha rápida. | Decisão sem sobrecarga. |
| Tabelas | Interface de comparação. | Critérios e diferenciação. |
| Grafo | Interface visual de relações. | Compreensão sistêmica. |
14. Bases de conhecimento que criam valor
O visitante recebe valor quando sua entrada é conectada a bases de conhecimento úteis.
Base institucional do OLA
Ajuda a entender o que é o projeto e sua proposta.
Base de domínios
Permite encontrar temas como eletricidade, saúde, sistemas, computação e filosofia.
Base de trilhas
Permite transformar interesse em sequência de aprendizagem.
Base de fundamentos
Explica conceitos estruturantes do OLA.
Base de arquitetura
Mostra como o OLA se organiza como sistema.
Base de governança
Mostra regras, critérios, organização e confiabilidade.
Base de mapas e grafos
Ajuda a visualizar relações entre conceitos e áreas.
Base de interesses iniciais
Conecta perguntas, dúvidas e temas a caminhos adequados.
15. Entregas da experiência do visitante
As entregas são aquilo que o visitante efetivamente recebe, acessa ou usa durante sua experiência.
| Entrega | O que é | Etapa da jornada | Valor para o visitante |
|---|---|---|---|
| Guia da primeira visita | Página curta de acolhimento. | Acolhimento | Entender rapidamente o OLA. |
| Mapa do visitante | Mapa visual e conceitual da experiência. | Compreensão | Saber onde está e para onde pode ir. |
| Percursos por intenção | Caminhos para conhecer, aprender, explorar ou construir. | Escolha | Escolher uma direção inicial. |
| Entrada por interesse | Roteamento por tema, dúvida ou necessidade. | Interesse | Conectar interesse a domínio ou trilha. |
| Índice da pasta visitante | Página organizadora da área visitante/. | Orientação | Ver o conjunto de opções. |
| Organização da pasta visitante | Regra de organização da área. | Governança | Dar coerência e manutenção. |
| Cards e tabelas | Blocos de decisão, comparação e orientação. | Escolha e compreensão | Reduzir esforço cognitivo. |
| Grafo do visitante | Visualização das relações. | Compreensão sistêmica | Perceber o OLA como sistema conectado. |
| Exemplos públicos futuros | Demonstrações de pergunta/texto virando artefato. | Demonstração de valor | Ver concretamente como o OLA funciona. |
index_visitante.html, mapa_visitante.html,
guia_primeira_visita.html, percursos_visitante.html,
entrada_por_interesse.html e organizacao_visitante.html.
16. Informações e conhecimento que o sistema deve reter
Para o visitante, a retenção deve ser leve, ética e orientada à melhoria da navegação e da experiência. O sistema não precisa reter profundamente quem é o visitante; precisa reter o suficiente para compreender a entrada cognitiva e orientar o caminho.
| Tipo de retenção | Exemplo | Finalidade | Área relacionada |
|---|---|---|---|
| Entrada inicial | Pergunta, texto, dúvida, tema ou interesse. | Entender por onde o visitante chegou. | visitante/, domínios/ |
| Intenção de uso | Conhecer, aprender, explorar domínios ou construir. | Sugerir caminho adequado. | percursos_visitante.html |
| Interesse declarado | Eletricidade, saúde, sistemas, página web, conhecimento. | Encaminhar para domínio ou trilha. | entrada_por_interesse.html, domínios/ |
| Caminho escolhido | Guia, mapa, percurso, entrada por interesse. | Melhorar a experiência de navegação. | visitante/ |
| Domínio acessado | Saúde, eletricidade, computação, filosofia. | Entender quais domínios atraem visitantes. | domínios/ |
| Dificuldade percebida | “Não entendi”, “não sei por onde começar”. | Melhorar acolhimento e clareza. | visitante/, governança/ |
| Feedback explícito | Comentário, avaliação ou sugestão. | Apoiar evolução das páginas e regras. | governança/, projeto/ |
| Valor percebido | Clareza, caminho, resposta, continuidade. | Avaliar se a experiência criou valor. | visitante/, projeto/ |
17. Valor criado para o visitante
O valor principal não é apenas informação. É orientação cognitiva: o visitante sai com mais clareza sobre onde está, o que pode fazer e para onde pode seguir.
Clareza
Entende o que é o OLA e por que ele existe.
Acolhimento
Não precisa compreender toda a arquitetura logo no primeiro contato.
Caminho inicial
Escolhe entre conhecer, aprender, explorar domínios ou construir.
Ponte entre interesse e domínio
Transforma tema, pergunta ou dúvida em caminho navegável.
Possibilidade de aprendizagem
Segue para aprendiz/, trilhas, objetos ou domínios.
Possibilidade de autoria
Segue para autor/, projeto/ e governança/ quando deseja construir.
Confiança
Percebe que há mapa, regras, organização e coerência.
Continuidade
Tem próximos caminhos e páginas relacionadas.
18. Critérios de sucesso da experiência
A experiência do visitante foi bem-sucedida quando ele consegue compreender, escolher e seguir um caminho sem se perder.
| Critério | Evidência observável | Entrega relacionada |
|---|---|---|
| Entendeu o que é o OLA | Consegue explicar em uma frase. | Guia da primeira visita. |
| Encontrou um caminho | Escolheu conhecer, aprender, explorar ou construir. | Percursos do visitante. |
| Localizou um interesse | Chegou a domínio, trilha ou página. | Entrada por interesse. |
| Não se perdeu | Usou links, mapa, breadcrumb ou páginas relacionadas. | Mapa do visitante e navegação. |
| Percebeu valor | Entendeu que o OLA organiza conhecimento. | Entregas, exemplos e continuidade. |
| Teve continuidade | Foi para aprendiz/, autor/, domínios/ ou portal. | Links de encaminhamento. |
| Manteve confiança | Percebeu organização, mapa e governança. | Organização da pasta, mapa e governança. |
19. Páginas relacionadas
Como esta página integra análise de experiência, requisitos, entregas e valor, ela se relaciona com as principais páginas da pasta visitante/ e com áreas de continuidade.
index_visitante.html
Índice estrutural da pasta visitante/.
mapa_visitante.html
Mapa de relações, fluxos e encaminhamentos do visitante.
guia_primeira_visita.html
Guia curto de acolhimento para a primeira visita.
percursos_visitante.html
Caminhos por intenção: conhecer, aprender, explorar domínios ou construir.
entrada_por_interesse.html
Roteamento por interesse inicial para domínios e trilhas.
organizacao_visitante.html
Organização física e semântica da pasta visitante/.
../aprendiz/index_aprendiz.html
Continuidade quando o visitante assume percurso de aprendizagem.
../autor/index_autor.html
Continuidade quando o visitante passa a produzir ou organizar artefatos.
../governanca/index_governanca.html
Regras gerais de navegação, organização, publicação e evolução do OLA.