LAC
Experimentos da Máquina de Conhecimento Privado · Pesquisa reservada · Protocolo experimental
Área privada Pesquisa reservada Metodologia Questões
Planejamento e protocolo experimental

Experimentos da Máquina de Conhecimento

Estrutura reservada para planejar, executar, registrar e avaliar experimentos destinados a testar as proposições da hipótese da Máquina de Conhecimento do LAC.

Objetivos Protocolos Casos Variáveis Indicadores Evidências Resultados parciais

1. Localização e regra de acesso

Caminho físico

meulivro / privado / pesquisa_reservada / experimentos_maquina_conhecimento.html

Caminho semântico

LAC → Pesquisa reservada → Experimentos → Máquina de Conhecimento

Regra de segurança: este documento e seus registros não devem ser publicados, indexados ou enviados ao provedor antes de revisão e anonimização.

2. Objetivo dos experimentos

Testar, em situações reais e controláveis, se a Máquina de Conhecimento do LAC consegue transformar entradas dispersas em conhecimento mais estruturado, rastreável, navegável, reutilizável e evolutivo.

Transformação

Observar se há ganho verificável entre o estado inicial e o artefato produzido.

Integração

Verificar se o resultado se conecta ao restante do LAC sem perda de contexto.

Valor de uso

Avaliar se houve melhoria de compreensão, aprendizagem, decisão ou execução.

3. Princípios experimentais

  1. Uma proposição por vez

    Cada experimento deve testar uma proposição principal e, no máximo, poucas proposições associadas.

  2. Estado inicial registrado

    É obrigatório documentar a situação anterior à intervenção.

  3. Procedimento reproduzível

    Outro observador deve conseguir compreender e repetir a sequência básica.

  4. Critérios definidos antes da execução

    Sucesso, falha e inconclusão não podem ser decididos somente após observar o resultado.

  5. Evidência separada de interpretação

    Registros observados devem ser diferenciados das conclusões do pesquisador.

  6. Falha também produz conhecimento

    Um experimento malsucedido pode revelar limites, condições ausentes ou necessidade de reformulação.

4. Protocolo experimental

Etapa Pergunta Atividade Registro Saída
1. Identificação Qual proposição será testada? Definir ID, título, questão, hipótese e responsável. Ficha do experimento. Experimento delimitado.
2. Estado inicial Como está a situação antes da intervenção? Registrar entradas, contexto, problemas, artefatos e limitações. Baseline textual, visual ou quantitativo. Linha de base.
3. Planejamento Como o teste será realizado? Definir caso, variáveis, indicadores, condições e duração. Protocolo aprovado. Plano executável.
4. Execução O que ocorreu durante o teste? Aplicar o procedimento e registrar eventos relevantes. Diário, capturas, versões e medições. Dados e artefatos brutos.
5. Comparação O estado final difere do inicial? Comparar indicadores, artefatos, tempo, qualidade e relações. Quadro antes/depois. Diferenças observadas.
6. Avaliação Os critérios foram atendidos? Classificar como sucesso, falha, parcial ou inconclusivo. Matriz de avaliação. Resultado experimental.
7. Encerramento O que muda na hipótese? Registrar conclusões, limites, decisões e próximos testes. Relatório de encerramento. Evidências e resultado parcial.

5. Casos de pesquisa

Protótipo eletrônico

Estádio LEGO, protoboard, Arduino, display e interface pelo celular.

Busca do LAC

Comparação entre busca externa, índice estruturado e futura busca semântica.

Painel de conhecimento

Teste de filtros, níveis, papéis, relações e apoio à decisão.

Livro físico

Transformação de uma base dinâmica em produto editorial coerente.

Jornada do visitante

Entrada por pergunta, navegação, compreensão e continuidade.

Evolução OLA–LAC

Preservação de memória, mudança conceitual e integridade evolutiva.

6. Variáveis e indicadores

Dimensão Variável Indicador possível Forma de registro
Estruturação Organização do conhecimento. Quantidade e clareza de conceitos, relações e categorias. Comparação antes/depois.
Rastreabilidade Capacidade de recuperar origem e decisões. Percentual de artefatos com origem, versão e relação registradas. Matriz de rastreabilidade.
Navegabilidade Facilidade de encontrar e percorrer conteúdos. Número de caminhos válidos, tempo de localização, erros de navegação. Teste de uso e logs manuais.
Reutilização Uso do artefato em novos contextos. Quantidade de páginas, produtos ou casos que reutilizam o resultado. Inventário de uso.
Compreensão Clareza alcançada. Capacidade de explicar, comparar ou aplicar após a intervenção. Questionário, relato ou tarefa.
Eficiência Esforço para produzir ou recuperar conhecimento. Tempo, número de etapas, retrabalho e erros. Cronometragem e diário.
Evolução Capacidade de atualizar sem perder memória. Versões preservadas, relações mantidas e decisões registradas. Histórico e comparação de versões.
Valor de uso Contribuição prática do resultado. Decisão apoiada, problema resolvido ou aprendizagem produzida. Feedback e evidência de uso.

7. Entradas e saídas

Entradas

  • pergunta ou questão de pesquisa;
  • hipótese ou proposição;
  • caso e contexto;
  • documentos, dados, imagens ou experiências;
  • artefatos anteriores;
  • critérios e indicadores.

Saídas

  • artefato produzido ou revisado;
  • registros de execução;
  • evidências classificadas;
  • resultado experimental;
  • limites identificados;
  • decisão sobre a hipótese;
  • novas perguntas ou experimentos.

8. Condições de execução

  • questão e proposição claramente identificadas;
  • estado inicial registrado;
  • caso de pesquisa delimitado;
  • variáveis e indicadores definidos;
  • instrumentos e recursos disponíveis;
  • critérios de sucesso e falha estabelecidos;
  • local de armazenamento dos registros definido;
  • riscos de privacidade e segurança avaliados;
  • responsável e data de revisão indicados.
Um experimento não deve iniciar apenas porque existe uma ideia interessante. É necessário haver condições mínimas de observação e comparação.

9. Critérios de sucesso, falha e inconclusão

Sucesso

Os indicadores atingem os valores esperados e as evidências sustentam a proposição nas condições testadas.

Sucesso parcial

Alguns resultados são favoráveis, mas há limites, condições ausentes ou dimensões não confirmadas.

Falha

Os critérios principais não são atendidos ou surgem evidências contrárias à proposição.

Inconclusivo

As evidências são insuficientes, contraditórias ou o protocolo não foi executado adequadamente.

Falha operacional

O experimento não pode ser avaliado por erro técnico, ausência de registro ou quebra do protocolo.

Reformulação

O experimento revela que a questão, a variável ou o critério precisa ser redefinido.

10. Registros obrigatórios

experimento_EXP_XXX/
├── ficha_experimento.html
├── protocolo.html
├── estado_inicial/
├── entradas/
├── execucao/
├── capturas/
├── artefatos/
├── medicoes/
├── observacoes.html
├── avaliacao.html
├── evidencias/
├── resultado_parcial.html
└── decisao.html

Metadados mínimos

  • ID do experimento;
  • título;
  • data de início e encerramento;
  • responsável;
  • questão e proposição relacionadas;
  • caso utilizado;
  • estado atual.

Registros de execução

  • procedimento realizado;
  • eventos inesperados;
  • mudanças de protocolo;
  • artefatos e versões;
  • medições;
  • observações e interpretações separadas.

11. Riscos experimentais

Risco Efeito Mitigação
Viés de confirmação Interpretar resultados apenas em favor da hipótese. Definir critérios antes, procurar evidências contrárias e registrar alternativas.
Ausência de linha de base Impossibilidade de comparar transformação. Registrar obrigatoriamente o estado inicial.
Variáveis mal definidas Resultados ambíguos. Revisar operacionalização antes da execução.
Interferência entre fatores Dificuldade de identificar a causa do resultado. Reduzir escopo e registrar condições.
Perda de registros Quebra de rastreabilidade. Backup local e estrutura padronizada.
Exposição de conteúdo privado Risco de segurança e privacidade. Manter tudo em privado/ e revisar antes de publicar.
Excesso de complexidade Experimento inviável ou inconclusivo. Trabalhar com protocolo mínimo e uma proposição principal.

12. Ciclo experimental

1. QuestãoSelecionar o que será investigado.
2. ProposiçãoDefinir o que se espera observar.
3. ProtocoloPlanejar caso, variáveis e critérios.
4. ExecuçãoAplicar e registrar o procedimento.
5. EvidênciaOrganizar registros observados.
6. ResultadoAvaliar sucesso, falha ou inconclusão.
7. RealimentaçãoRevisar hipótese e planejar novo ciclo.

13. Portfólio inicial de experimentos

ID Experimento Proposição principal Caso Estado
EXP-001 Transformação de uma pergunta em artefatos integrados. Perguntas contextualizadas ativam jornadas de conhecimento. Dados e conhecimento no LAC. Planejado
EXP-002 Modelo sistêmico do placar eletrônico. Múltiplas representações aumentam compreensão e integração. Estádio LEGO–Arduino. Planejado
EXP-003 Painel por níveis e papéis. Painéis oferecem vistas adequadas a diferentes necessidades. Painel de Conhecimento do LAC. Planejado
EXP-004 Rastreabilidade de migração estrutural. A governança reduz perda de contexto e links quebrados. Migração de páginas soltas da raiz. Em preparação
EXP-005 Derivação de capítulo do livro a partir do site. Produtos distintos podem compartilhar a mesma base de conhecimento. Livro físico do LAC. Planejado

14. Relação com as evidências

Cada experimento produz um conjunto de evidências que deve ser transferido, classificado e analisado em:

privado/pesquisa_reservada/evidencias_maquina_conhecimento.html

A página de evidências deve consolidar:

  • origem da evidência;
  • experimento relacionado;
  • tipo e força da evidência;
  • interpretação;
  • limitações;
  • proposição que sustenta ou contradiz;
  • estado de validação.

15. Relação com os resultados parciais

Após a classificação das evidências, os resultados consolidados devem alimentar:

privado/pesquisa_reservada/resultados_parciais.html

O que vai para resultados parciais

  • achados relevantes;
  • padrões recorrentes;
  • proposições sustentadas ou enfraquecidas;
  • limites identificados;
  • novas questões;
  • decisões provisórias.

O que não deve ir

  • dados brutos sem análise;
  • opiniões não rastreadas;
  • conclusões sem evidência;
  • conteúdo privado desnecessário;
  • resultados tratados como definitivos antes da validação.

16. Governança dos experimentos

  • cada experimento deve possuir ID único;
  • uma questão e uma proposição principal devem estar explicitadas;
  • alterações de protocolo precisam ser registradas;
  • evidências não devem ser apagadas por contrariarem a hipótese;
  • experimentos inconclusivos permanecem registrados;
  • o encerramento exige decisão e próximos passos;
  • a publicação pública depende de revisão de privacidade e consolidação científica.

17. Páginas relacionadas

Relações semânticas institucionais

  • Programa de Pesquisa do LAC
  • Máquina de Conhecimento
  • Painéis de Conhecimento
  • Laboratório Vivo
  • Governança da estrutura física
As relações institucionais são conceituais. Esta página privada não deve depender de publicação no servidor para funcionar.