Engenharia do conhecimento como processo
Explicitou o ciclo de aquisição, explicitação, conceitualização, modelagem, formalização, armazenamento, recuperação, inferência, aplicação, validação e evolução.
Da v1.0 à v5.0: não apenas o que sabemos agora, mas como o conhecimento foi sendo construído por perguntas, lacunas, diferenciações conceituais e novas representações.
O ponto de partida foi uma dúvida simples — a relação entre estudo e análise. Cada resposta revelou uma nova pergunta. Ao explicitar as lacunas, o modelo foi ganhando novas dimensões até chegar à Engenharia do Conhecimento como um sistema integrado de fundamentos, processo, informação, representação, realização, ajustabilidade e valor.
A v1.1 é mantida porque registra a descoberta das dimensões transversais antes da consolidação da v2.0.
Explicitou o ciclo de aquisição, explicitação, conceitualização, modelagem, formalização, armazenamento, recuperação, inferência, aplicação, validação e evolução.
Mostrou que esses elementos não são etapas do processo, mas dimensões que atravessam todas elas.
Acrescentou a transformação da fonte em documento, corpus, chunks, tokens, embeddings e conhecimento processável.
Introduziu entradas de contexto, política de ajuste, parâmetros ajustáveis, saída personalizada e feedback C₀→C₁.
Adicionou os pressupostos sobre conhecer, justificar, representar, intervir, responsabilidade, valor e limites da formalização.
Separou modo de expressão, linguagem, forma de inscrição, suporte/superfície, ferramenta/dispositivo e representação/artefato.
Escolha dois momentos para observar o que permaneceu, o que foi acrescentado e como a estrutura se tornou mais abrangente.
A própria construção deste Knowgrama funciona como um caso de estudo do LAC: partimos de perguntas, fizemos recortes, diferenciamos conceitos, produzimos representações provisórias, identificamos lacunas, ajustamos o modelo e preservamos as versões como rastreabilidade da evolução do conhecimento.