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    <eventos>
      <topico>
        <nome>Estrategia Escolas </nome>
        <titulo>Estrategia Escolas</titulo>
        <descritor>Estrategia Escolas </descritor>
        <lead>Escolas de pensamento estratégico </lead>
        <link>link</link>
        <origem>WEstrategiaEscola.xml</origem>
        <referencia>Safari de estartégia&lt;br&gt;
        </referencia>
      </topico>
      <topico>
        <titulo>Problema resolvido </titulo>
        <desc>&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;WVisaoToatalEscolasEstrategia.jpg&quot;&gt;&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          &lt;img alt=&quot;WEstrategiaVer.jpg&quot; src=&quot;WEstrategiaVer.jpg&quot;&gt;&lt;br&gt;
        </desc>
      </topico>
      &lt;br&gt;
      &lt;br&gt;
      <topico>
        <titulo>Como olhar o todo </titulo>
        <desc>No centro está a criação da estratégia,
          mostrada como uma caixa preta e é tratada pela maioria das escolas
          como misterioso ou ignorado. Somente a escola &lt;b&gt;cognitiva&lt;/b&gt; tenta
          entrar, mas sem muito sucesso.&lt;br&gt;
          Algumas outras escolas fazem esforço para tal, especialmente a do
          design e do planejamento, mas o segredo é que não tem uma teoria de
          criação de estratégia.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          As escolas de aprendizagem&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e de poder&lt;b&gt; &lt;/b&gt;fazem algumas
          tentativas, pelo menos para entender como as organizações aprendem e
          como os jogos politicos impulsionam a mudança estratégica. &lt;br&gt;
          Todas as outras escolas ocupam lugares em torno da caixa preta, seja
          acima, abaixo, antes, depois ou além dela.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          A escola do &lt;b&gt;posicionamento&lt;/b&gt; olha por baixo, para dados
          estabelecidos (historicos), os quais se analisa e alimenta na caixa
          preta de formulação de estratégia.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          No outro lado saindo da caixa preta em sucessão, estão as escolas de
          &lt;b&gt; &lt;/b&gt;planejamento, do design e empreendedora. A escola de &lt;b&gt;planejamento&lt;/b&gt;
          olha para adiante, mas apenas adiante, para programar as estratégias
          criadas na caixa.&lt;br&gt;
          A escola do &lt;b&gt;design&lt;/b&gt; olha para mais adiante, para uma pespectiva
          estratégica, enquanta a &lt;b&gt;empreendedora&lt;/b&gt; olha para além, bem como
          para o lado, depois dos impedimentos imediatos para uma visão única do
          futuro - mas com&lt;br&gt;
          um processo intuitivo ainda menos articulado do que o da escola do
          design.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          As escolas de aprendizado e de poder olham de baixo para o que subjaz
          a formulação da estratégia, concentrado-se mais na arvores do que em
          florestas. &lt;br&gt;
          A escola de &lt;b&gt;aprendizado&lt;/b&gt; olha para o chão, as vezes até as
          raizes na busca de uma evidencias de aprendizagem. A escola de &lt;b&gt;poder&lt;/b&gt;,
          em certo sentido, olha mais para baixo (mas não no fundo): sob as
          pedras, as vezes até embaixo da terra, para lugares que as
          organizações nem sempre gostam de expor - seus jogos politicos.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          Olhando de cima para baixo está a escola cultural, envolta em nuvens
          de crenças, enquanto bem acima dela está a escola ambiental, olhando
          sobre, por assim dizer. &lt;br&gt;
          E em comparação com a escola &lt;b&gt;cognitiva&lt;/b&gt;, que procura olhar para
          dentro do processo (com o microscópio, ao contrario do telescopio
          invertido da escola &lt;b&gt;ambiental&lt;/b&gt;), a escola de &lt;b&gt;configuração&lt;/b&gt;
          olha para a caixa, ou para toda a sua volta&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          Podemos concluir que as dez escolas olham para o mesmo processo, mas
          cada uma a sua maneira. A sintese vê as &lt;b&gt;escolas&lt;/b&gt; como &lt;b&gt;complementares&lt;/b&gt;
          e não como concorrente.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          É necessário fazer perguntas melhores e gerar menos hispóteses - para
          permitir que sejamos puxados pelas preocupações de fora, em vez de
          sermos empurrados pelos conceitos de dentro. E precisamos ser mais
          abrangentes- para nos preocuparmos com processo e conteudo, estático e
          dinâmico, restrição e inspiração, com o cognitivo e o coletivo, o
          planejado e o aprendido, o economico e o politico.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          Em outras palavras, além de sondar suas partes, devemos dar mais
          atenção ao animal inteiro da formulação de estratégia. Nunca iremos
          encontra-lo, jamais veremos realmente. Mas com certeza podemos vê-lo
          melhor.&lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
          &lt;br&gt;
        </desc>
      </topico>
    </eventos>
  