Plano de Execução dos Domínios

Atividades, dependências, prioridades, paralelismo, status e entregas

↩ Portal Index Institucional Modelo Operacional Planejamento

camada operacional da governança

Plano de Execução dos Domínios do OLA

Esta página define como transformar domínios planejados em páginas, mapas, trilhas, objetos de aprendizagem, artefatos e conexões dentro do OLA.

O plano de execução trata de atividades, tarefas, prioridades, pré-requisitos, dependências, paralelismo, status, entregas e validações.

M3 — Critérios de execução define princípios para priorizar, sequenciar, controlar e evoluir.
M2 — Modelo de execução estrutura fases, dependências, paralelismo e caminho crítico.
M1 — Plano aplicado organiza atividades, páginas, status e entregas por domínio.
M0 — Tarefas concretas criação de arquivos, revisão de links, testes e publicação.

Finalidade

Dar ao OLA um plano operacional para construir e evoluir domínios de forma organizada, rastreável e controlável.

Análise

Esta página vem depois do planejamento e antes do controle. Ela transforma intenção e organização em ações executáveis.

2. Posição no OLA

O plano de execução fica em Governança, pois orienta a construção do OLA como projeto. Mas sua aplicação ocorre diretamente nos Domínios, na Arquitetura e no Sistema.

Governança

Define critérios, prioridade, sequência, controle e responsabilidade.

Domínios

Recebem as páginas, mapas, trilhas, objetos e artefatos executados.

Arquitetura

Define onde cada arquivo entra e como se conecta ao restante do sistema.

Sistema

Executa o fluxo real de construção, validação, publicação e evolução.

Regra de leitura: planejamento decide o que fazer; organização prepara; execução realiza; controle valida; aprendizagem e evolução atualizam o sistema.

3. Conceitos operacionais

Conceito Definição no OLA Exemplo prático
Atividade Unidade maior de trabalho, composta por tarefas. Construir o domínio Eletricidade.
Tarefa Ação concreta e executável. Criar index_eletricidade.html.
Pré-requisito Condição que precisa existir antes de outra tarefa. Ter mapa do domínio antes de criar trilha completa.
Dependência Relação em que uma tarefa depende da conclusão de outra. Objeto de aprendizagem depende de conceitos-base.
Prioridade Critério para escolher o que vem primeiro. Atualizar páginas âncora antes de páginas derivadas.
Paralelismo Execução simultânea de tarefas independentes. Revisar glossário enquanto se ajusta o mapa do domínio.
Caminho crítico Sequência de tarefas que bloqueia o avanço do domínio. Sem index do domínio, páginas relacionadas ficam sem entrada clara.

4. Fluxo de execução

A execução dos domínios deve seguir um fluxo simples, rastreável e reutilizável.

Entrada Análise Mapa do domínio Index do domínio Páginas derivadas Validação Publicação Evolução
Ideia central: o domínio deve começar por uma estrutura mínima navegável: mapa + index + páginas principais + relações.

5. Fases de execução dos domínios

Fase 1 — Entrada e escopo

Definir tema, finalidade, público, limites, contexto e saída esperada.

Fase 2 — Mapa do domínio

Organizar conceitos, relações, trilhas, páginas e subdomínios.

Fase 3 — Index do domínio

Criar a âncora estrutural que dá entrada navegável ao domínio.

Fase 4 — Páginas-base

Criar conceitos fundamentais, glossário, trilhas e objetos iniciais.

Fase 5 — Páginas derivadas

Desdobrar conteúdo em páginas específicas, artefatos e exemplos.

Fase 6 — Validação

Verificar links, coerência, padrão visual, breadcrumb e relações.

Fase 7 — Publicação

Disponibilizar a versão estável no site ou no ambiente interno.

Fase 8 — Evolução

Registrar melhorias, versões, pendências e próximos desdobramentos.

6. Dependências e pré-requisitos

O plano de execução deve explicitar quais páginas precisam existir antes de outras, evitando construção desordenada.

Item Depende de Por quê Tipo de dependência
Index do domínio Escopo e mapa inicial Precisa saber o que será organizado. Pré-requisito estrutural
Mapa do domínio Conceitos principais Precisa representar relações entre conceitos. Pré-requisito semântico
Trilha de aprendizagem Mapa + conceitos + público Precisa ordenar aprendizagem por progressão. Dependência pedagógica
Objeto de aprendizagem Trilha ou conceito-base Precisa de finalidade didática clara. Dependência didática
Páginas relacionadas Index + mapa + páginas-base Precisam de um contexto navegável. Dependência navegacional
Publicação Validação Precisa passar por revisão mínima. Dependência de controle
Regra: se uma página depende semanticamente de outra, ela não deve ser publicada como página isolada sem link, contexto ou referência.

7. Prioridades e paralelismo

Prioridade alta

Páginas que estruturam entrada, navegação e entendimento: index, mapa, conceitos-base e páginas institucionais.

Prioridade média

Páginas derivadas, objetos de aprendizagem, trilhas específicas e exemplos aplicados.

Prioridade baixa

Refinamentos visuais, páginas complementares, versões alternativas e ampliações futuras.

Paralelismo possível

Glossário, referências, revisão de links, ajustes visuais e páginas independentes podem ocorrer em paralelo.

Critério prático: primeiro criar o que destrava o restante; depois criar o que aprofunda; por fim, refinar e ampliar.

8. Matriz de execução

Atividade Saída esperada Prioridade Dependência Paralelo? Status
Definir escopo do domínio Texto de finalidade, público e limites. Alta Nenhuma Não A fazer
Criar mapa do domínio Mapa analítico ou grafo do domínio. Alta Escopo inicial Parcial A fazer
Criar index do domínio Página âncora estrutural do domínio. Alta Mapa do domínio Não A fazer
Criar conceitos-base Páginas dos conceitos fundamentais. Alta Mapa + index Sim A fazer
Criar trilha de aprendizagem Sequência progressiva do simples ao complexo. Média Conceitos-base Parcial A fazer
Criar objeto de aprendizagem Página didática com exemplo, atividade e aplicação. Média Trilha ou conceito-base Sim A fazer
Validar navegação Links, breadcrumbs, páginas relacionadas e retorno ao portal. Alta Páginas principais criadas Sim A fazer
Publicar versão estável Páginas disponíveis no site ou ambiente interno. Alta Validação Não A fazer

9. Controle da execução

A execução deve ser acompanhada por critérios simples de controle, para evitar páginas desconectadas, duplicidade ou perda de coerência.

Controle de estrutura

Verificar se a página está no lugar físico correto e com nome adequado.

Controle semântico

Verificar se a página tem finalidade, papel e relações bem definidos.

Controle de navegação

Verificar links, breadcrumbs, páginas relacionadas e retorno ao portal.

Controle de evolução

Verificar status, versão, pendências e próximos desdobramentos.

Risco principal: executar muitas páginas em paralelo sem controle pode aumentar a fragmentação. O plano deve manter rastreabilidade.

10. Relações com páginas institucionais

Página Papel em relação ao plano de execução
modelo_operacional_ola.html Mostra o ciclo maior no qual a execução está inserida.
planejamento_organizacao_ola.html Define o que será executado e como o sistema será preparado.
direcao_controle_ola.html Conduz, acompanha, valida e corrige a execução.
indicadores_ola.html Define métricas e evidências para avaliar execução e qualidade.
estrutura_fisica_arquivos_pastas.html Define onde os arquivos executados devem ser colocados.
index_institucional_ola.html Posiciona o plano dentro do sistema institucional do OLA.

11. Próximos passos

1. Criar Direção e Controle

Desenvolver direcao_controle_ola.html para acompanhar execução, decisões, validações e correções.

2. Criar Indicadores

Desenvolver indicadores_ola.html com métricas de cobertura, consistência, qualidade, links e evolução.

3. Aplicar a um domínio real

Testar este plano em um domínio concreto, como Eletricidade, Página Web, Saúde, Ergonomia ou Livro.

4. Criar grafo de execução

Representar atividades, dependências, paralelismo e caminho crítico em um grafo D3.js.