Malha
Mantém objetos e relações reutilizáveis, independentemente de um percurso particular.
Conhecer, representar, justificar, compartilhar, aprender, aplicar e revisar.
Oferecer uma base comum para organizar e relacionar o conhecimento no LAC, distinguindo o que é conhecido, quem conhece, como se representa, com que sustentação e em quais condições se utiliza.
Definição operacional: conhecimento é compreensão ou capacidade de interpretar, explicar ou agir em relação a um referente, situada em sujeitos e práticas, cuja sustentação, adequação e limites podem ser examinados.
Proposta para validação humana
O modelo abrange conhecimento conceitual, procedimental, experiencial e tácito. Essas perspectivas podem coexistir. Não exige que todo conhecimento derive de pesquisa formal nem que todo saber seja integralmente verbalizável.
Dois planos complementares: o conhecimento humano envolve compreensão e capacidade; a organização do LAC usa Objetos de Conhecimento identificáveis para estruturar, relacionar e representar conteúdos. O objeto organizado pode conter afirmações provisórias ou contestadas.
As definições abaixo harmonizam as fontes anexadas com a primeira versão desta página. A mudança de terminologia é uma decisão proposta para revisão, sem alterar os arquivos-fonte.
| Elemento | Definição adotada nesta proposta | Consequência |
|---|---|---|
| Referente | Entidade, fenômeno, situação ou processo a que o conteúdo se refere. | Pode originar vários recortes e objetos organizados. |
| Objeto investigado ou conhecido | Recorte do referente adotado para compreender, investigar ou agir. | Não confundir com a unidade semântica registrada no LAC. |
| Objeto de Conhecimento do LAC | Unidade semântica identificável, estruturada e evolutiva, com identidade própria na Malha. | Reúne conceitos, relações, contexto, fontes, evidências e representações. |
| Representação | Expressão selecionada do objeto em uma linguagem ou suporte. | Alterar o HTML não muda necessariamente a identidade do objeto. |
| Jornada | Composição intencional de objetos, relações, representações e atividades para uma finalidade. | Planeja e contextualiza um percurso sem ser proprietária dos objetos. |
| Navegação | Percurso efetivamente realizado pelo participante. | Registra escolhas, desvios, retornos e resultados observáveis. |
| Experiência do participante | Vivência cognitiva e prática durante o percurso. | Não pode ser reduzida a cliques ou inferida automaticamente dos logs. |
Na v1.0, “Objeto de conhecimento” designava somente o recorte do referente e “Jornada” designava a experiência vivida. A v1.1 separa essas acepções e adota as distinções presentes nos anexos específicos do LAC.

Referente: conhecimento e sua organização no LAC. Objetivo: distinguir conhecer, organizar, representar e usar. Contexto: sistema sociotécnico com governança humana.
Persona: aprendiz, autor, curador, pesquisador e projetista. Problema resolvido: distinguir o conhecimento humano da sua organização, representação e circulação no LAC. Modelo mental pretendido: uma rede de objetos reutilizáveis, contextualizados e revisáveis.
Pré-requisitos: conceito, relação e evidência, explicados no glossário. Evidência de compreensão: identificar o mesmo objeto em duas representações e distinguir Jornada de Navegação. Restrição: síntese, sem esgotar epistemologia nem especificar uma tecnologia. Proveniência: oito anexos do autor, MCR-PES-LAC e decisões de harmonização registradas nesta página. Revisão humana pendente.
Compreensão ou capacidade de interpretar, explicar ou agir em relação a um referente, situada em sujeitos e práticas e passível de revisão. No LAC, esta é uma definição operacional proposta, não uma solução universal para o problema filosófico do conhecimento.
Exemplo: Distinguir o conhecimento de uma pessoa de um texto que o representa.
Aquilo a que se refere o conhecimento: entidade, fenômeno, situação, processo ou relação, inclusive abstrata.
Exemplo: O funcionamento de um placar eletrônico.
Recorte do referente adotado para compreender, investigar ou agir. É distinto do Objeto de Conhecimento estruturado no LAC.
Exemplo: A validação dos comandos recebidos pelo placar.
Pessoa ou coletivo que conhece, interpreta, aprende, produz ou mobiliza conhecimento. Um coletivo requer explicitar seus mecanismos de compartilhamento.
Exemplo: Aprendiz, autor, curador e equipe de projeto.
Condições de produção, interpretação e aplicação, incluindo tempo, finalidade, pressupostos e limites.
Exemplo: Protótipo didático de placar com Arduino UNO R3.
Registro de observação, medição, evento ou símbolo, cuja interpretação depende de convenções e contexto.
Exemplo: Sequência recebida: 3:1.
Conteúdo interpretado em um contexto, capaz de descrever estados ou reduzir uma incerteza para um sujeito.
Exemplo: O comando informa três pontos para uma equipe e um para outra.
Unidade de significação usada para distinguir e relacionar elementos de um domínio.
Exemplo: Comando, estado, validação e confirmação.
Proposição formulada sobre um objeto e que pode ser examinada; registrá-la não a torna verdadeira.
Exemplo: O firmware rejeita comandos fora do formato especificado.
Vínculo com significado explícito entre conceitos ou afirmações.
Exemplo: Validação antecede a atualização do estado.
Origem identificável de um conteúdo ou registro; sua existência não garante qualidade.
Exemplo: Código versionado, documentação técnica ou observação registrada.
Registro interpretado por um método e critério para sustentar ou contestar uma afirmação.
Exemplo: Resultado de um teste de entrada inválida.
Argumentação que liga afirmação, evidências, pressupostos e critérios.
Exemplo: O caso foi rejeitado e o estado permaneceu igual, conforme o critério definido.
Artefato que explicita uma seleção de conceitos, afirmações, relações, procedimentos ou modelos. Não equivale automaticamente ao conhecimento do leitor.
Exemplo: Texto, ontologia, modelo, tabela de decisão ou knowgrama.
Representação estruturada e explorável, organizada por referente, objetivo, contexto, relações, proveniência e uso pretendido.
Exemplo: Mapa do controle digital do placar com relações nomeadas.
Organização de atividades de aquisição, explicitação, representação, avaliação, organização, compartilhamento, aplicação e revisão.
Exemplo: Revisar um conhecimento a partir de resultados de testes.
Composição intencional que seleciona, ordena e contextualiza objetos, relações, representações e atividades para uma pergunta ou objetivo.
Exemplo: Percurso planejado para aprender a validar comandos do placar.
Processo de transformação de compreensão ou capacidade, inferido por evidências adequadas e situadas.
Exemplo: Explicar a regra e aplicá-la a um comando ainda não visto.
Mobilização de conhecimento para interpretar, decidir, projetar ou agir em uma situação.
Exemplo: Definir os critérios de aceitação do firmware.
Exame de consistência, sustentação, pertinência, limites e adequação ao uso, conforme critérios explícitos.
Exemplo: Confrontar a regra documentada com o comportamento observado.
Registro de origens, transformações, autoria, métodos, versões e decisões.
Exemplo: Vincular afirmação ao teste, à versão do código e ao revisor.
Estado identificável de um objeto, relação, modelo ou representação em determinado momento, preservando histórico e justificativa da mudança.
Exemplo: Regra v1.1 revisada após um contraexemplo.
Atuação instrumental de um sistema de IA, com função e revisão humana explícitas; uma saída é uma proposta a avaliar.
Exemplo: IA sugere casos de teste; responsável humano revisa e decide.
Unidade semântica identificável, estruturada e evolutiva, que integra a Malha e mantém identidade entre representações e jornadas.
Exemplo: OC-PLAC-001: validação de comandos do placar.
Infraestrutura semântica compartilhada de objetos, conceitos, relações, contextos, metadados, representações, evidências e versões.
Exemplo: OC-PLAC-001 relacionado a protocolo, estado e teste.
Percurso efetivamente realizado pelo participante entre objetos, relações, representações e atividades, com registros de uso e resultados.
Exemplo: O aprendiz retorna ao protocolo antes de refazer um exercício.
Vivência situada de interpretação, dúvida, tentativa e mudança de compreensão; não equivale ao registro de acesso.
Exemplo: O aprendiz relata a dificuldade e explica como a superou.
Componente operacional proposto para apoiar aquisição, transformação, consultas, composição de jornadas, registros e revisão da Malha, sob governança humana.
Exemplo: Sugestão de objetos relacionados e casos de teste para revisão.
Palavra, expressão, símbolo ou rótulo que nomeia um conceito em um vocabulário.
Exemplo: “Validação” como termo preferido de um conceito.
Sentido atribuído a um termo ou conteúdo em determinado contexto.
Exemplo: Validação de comando não é o mesmo que validação de aprendizagem.
Enunciado que delimita um conceito e explicita suas características relevantes.
Exemplo: Definição do formato aceito para um comando.
Informação descritiva, administrativa, estrutural ou técnica de um objeto ou representação.
Exemplo: Identificador, domínio, responsável e datas.
Dimensão explícita segundo a qual se atribui uma categoria a um objeto; dimensões podem coexistir.
Exemplo: Forma: explícita; finalidade: procedimental.
Pergunta, documento, experiência, observação, dado ou necessidade recebido para análise; não é automaticamente conhecimento validado.
Exemplo: Relato de falha em um comando.
Localização, recepção, observação, registro ou extração de conteúdo potencialmente relevante de fontes identificadas.
Exemplo: Registrar um teste, sua origem e condições.
Mudança de forma, estrutura, contexto ou significado, com rastreabilidade e avaliação de fidelidade.
Exemplo: Converter uma especificação textual em tabela de decisão.
Incorporação governada de objeto, relação, representação ou evidência à Malha, preservando identidade e proveniência.
Exemplo: Vincular um resultado de teste à afirmação A-001.
Estrutura semântica de elementos e relações que pode ser descrita independentemente de uma tecnologia.
Exemplo: Dependências entre protocolo, validação e atualização do estado.
Representação estruturada de entidades e relações por nós, arestas e propriedades; uma possível formalização ou materialização da rede.
Exemplo: Subgrafo de OC-PLAC-001 e seus testes, sem exigir banco específico.
Expressão que nomeia o significado e a direção de uma relação.
Exemplo: Jornada referencia Objeto de Conhecimento.
Registro da mudança de estado, com responsável, data, justificativa, evidência e versões envolvidas.
Exemplo: Publicação autorizada da versão 1.1.
Enunciado de condição, restrição ou procedimento cujo escopo e natureza devem ser declarados.
Exemplo: Se o formato for inválido, rejeitar o comando; não implica causalidade universal.
Orientação prática baseada em experiência, útil em certas condições e sujeita a exceções.
Exemplo: Testar entradas de fronteira antes de ampliar os casos.
Conhecimento sobre a estrutura, origem, organização, qualidade e uso do conhecimento.
Exemplo: Critérios para avaliar um knowgrama.
Unidade de ação intencional, com objetivo, participante, condições, recursos, produção esperada e critérios de avaliação.
Exemplo: Comparar comandos válidos e inválidos e justificar o resultado.
Registro do que ocorreu em uma atividade, medição ou interação, com condições de observação. Sua interpretação como evidência depende do alvo e dos critérios.
Exemplo: O placar permaneceu em 3:1 após o envio de um comando inválido, em teste hipotético.
Derivação de uma conclusão a partir de premissas, regras, modelos ou padrões, com pressupostos e limites explicitados. Não garante verdade nem dispensa avaliação.
Exemplo: Um teste favorável sustenta o comportamento observado naquele caso, sem demonstrar todos os comandos possíveis.
Apresentação compreensível dos elementos e do encadeamento que fundamentam uma afirmação, decisão ou resultado, adequada ao participante.
Exemplo: Relacionar comando recebido, critério de formato, resposta e preservação do estado.
Retorno relacionado a objetivo, produção observada e critérios, que ajuda a decidir o próximo passo; pode provocar revisão, sem garantir aprendizagem.
Exemplo: Apontar que a regra foi descrita corretamente, mas ainda falta justificar seu limite.
Condição em que a sustentação ou a aplicabilidade de uma afirmação é limitada por falta de dados, ambiguidade, variabilidade ou divergência.
Exemplo: A regra não foi testada com comandos truncados.
Condição admitida como base de uma análise, inferência ou aplicação, que deve ser declarada e examinada quando relevante.
Exemplo: O canal entrega a mensagem completa antes de sua validação.
Construção ou revisão compartilhada com contribuições identificáveis, negociação de significados e responsabilidades explícitas.
Exemplo: Aprendiz propõe um contraexemplo e curador registra a decisão.
Apoio humano ou instrumental à interpretação e à atividade, ajustado ao objetivo e às necessidades observadas.
Exemplo: Professor solicita que o aprendiz explique a diferença entre rejeitar e ignorar um comando.
Perspectiva de análise da experiência de conhecer, como cognitiva, social, cultural ou prática; não equivale automaticamente a um tipo de conteúdo.
Exemplo: Examinar como linguagem compartilhada e experiência prévia influenciam uma explicação.
Procedimento para localizar, elicitar, observar ou registrar conteúdo relevante, com limites e condições próprios.
Exemplo: Entrevista semiestruturada combinada com observação de uma tarefa.
Grupo que aprende e compartilha experiência em torno de uma prática, com participação e responsabilidades situadas.
Exemplo: Autores discutem erros recorrentes de validação em protótipos.
Registro contextualizado de uma experiência examinada, com resultado, interpretação, condições de reutilização e limites.
Exemplo: Caso de falha de protocolo acompanhado de sua correção e dos testes realizados.
Capacidade de mobilizar conhecimentos, habilidades e julgamento em situações, examinada por desempenho e critérios contextualizados.
Exemplo: Especificar, implementar e justificar a validação de um comando novo.
Medida definida por propósito, método de cálculo ou observação, unidade, período e limites de interpretação.
Exemplo: Proporção de casos novos resolvidos com justificativa adequada.
Necessidade, pergunta, problema, oportunidade ou lacuna que motiva organizar, investigar, compartilhar ou utilizar conhecimento, com origem e contexto identificados.
Exemplo: Preparar outra pessoa para executar uma receita com critérios definidos.
Resultado pretendido ao mobilizar um objeto ou representação, declarado para um participante e contexto e acompanhado de critérios de verificação.
Exemplo: Reduzir a dificuldade de localizar a versão vigente de um procedimento.
Conjunto de atribuições assumidas em uma situação, distinto da identidade da pessoa.
Exemplo: Autor, curador, aprendiz, pesquisador ou responsável pela gestão.
Vínculo situado entre sujeito, papel, atividade ou decisão, com período e escopo.
Exemplo: A mesma pessoa contribui como autora e registra separadamente sua atuação na revisão.
Atribuição explícita de dever e âmbito de atuação a um sujeito em determinado papel, incluindo o que deve propor, examinar, decidir ou executar.
Exemplo: Curador responsável pela revisão de uma versão no contexto especificado.
Escolha registrada entre alternativas, com fundamento, responsável humano, data, alvo e limites, decorrente de avaliação ou de outra justificativa explícita.
Exemplo: Revisar uma regra após resultado contrário, preservando a evidência.
Intervenção proposta ou realizada sobre objeto, relação, representação ou condição de uso, vinculada a uma decisão e a um responsável.
Exemplo: Publicar uma versão autorizada ou sinalizar uma orientação descontinuada.
Disponibilização contextualizada de representações ou experiências para participantes e finalidades, conforme condições de acesso e interpretação.
Exemplo: Oferecer uma ficha e demonstração para quem está iniciando uma prática.
Mobilização de objeto, relação ou representação já existente em novo uso ou Jornada, com referência à identidade, versão e condições aplicáveis.
Exemplo: Duas Jornadas referenciam OC-DOC-001 sem duplicar seu identificador.
Conjunto organizado de registros, decisões, versões e experiências preservados para continuidade, recuperação e interpretação histórica, sem esgotar o saber tácito.
Exemplo: Histórico de alterações e lições aprendidas de uma prática.
Atividade governada de manter registros, vínculos e condições de acesso e interpretação pelo tempo necessário à continuidade e à memória.
Exemplo: Conservar a versão substituída e o vínculo com sua sucessora.
Conjunto de papéis, regras, critérios, responsabilidades, decisões e controles que orientam integridade, acesso, publicação e evolução do conhecimento no LAC.
Exemplo: Definir quem revisa, quem autoriza e como registrar a mudança.
Restrições de registros estruturados, sujeitas à validação humana. Mínimos podem depender da etapa do ciclo. Navegação livre é admitida, sem Jornada previamente selecionada.
| Origem | Predicado | Destino | Restrições propostas |
|---|---|---|---|
| Objeto de Conhecimento | refere-se a | Objeto investigado ou conhecido | 1..N recortes por objeto; 0..N objetos por recorte |
| Objeto investigado ou conhecido | recorta | Referente | 1..N referentes por recorte; 0..N recortes por referente |
| Malha | integra | Objeto de Conhecimento | 0..N objetos por Malha; 1 Malha LAC por objeto integrado |
| Objeto de Conhecimento | possui | Representação | 0..N representações por objeto em elaboração; 1..N ao publicar; 1..N objetos por representação composta |
| Objeto de Conhecimento | reúne | Conceitos, relações e contexto | Ao integrar: pelo menos 1 conceito e 1 contexto; relações revisadas conforme escopo |
| Jornada | referencia e contextualiza | Objeto de Conhecimento | 1..N objetos por Jornada estruturada; 0..N Jornadas por objeto |
| Navegação | pode realizar | Jornada | 0..1 Jornada por sessão de navegação; 0..N sessões por Jornada |
| Sujeito | realiza | Navegação | 1..N participantes por sessão; 0..N sessões por sujeito |
| Navegação | produz | Registro de uso ou resultado | 0..N registros por sessão; 1 sessão de origem por registro direto |
| Registro | é interpretado como | Evidência | 0..N usos como evidência por registro; 1..N registros por evidência composta |
| Afirmação | é sustentada ou contestada por | Evidência | 0..N evidências por afirmação; 0..N afirmações por evidência |
| Evidência | tem origem em | Fonte | 1..N fontes por evidência; 0..N evidências por fonte |
| Conceito | é nomeado por | Termo | 1..N termos por conceito registrado; 1..N conceitos por termo, com sentido contextual |
| Classificação | associa | Objeto, faceta e categoria | Cada atribuição: 1 objeto, 1 faceta e 1 categoria; objeto pode ter 0..N atribuições |
| Versão | é versão de | Objeto, relação ou representação | 1 entidade por versão; 1..N versões por entidade versionada |
| Avaliação | examina | Afirmação, relação ou representação | 1..N alvos por avaliação; 0..N avaliações por alvo |
| Máquina de Conhecimento | apoia operações sobre | Malha | Interface operacional proposta; não implica implementação existente |
| Knowgrama | é um tipo de | Representação | Especialização conceitual, não cardinalidade |
| Jornada | inclui | Atividade | 1..N atividades por Jornada estruturada; 0..N Jornadas por atividade reutilizável |
| Sujeito | participa de | Atividade | 1..N participantes por execução; 0..N execuções por sujeito |
| Execução de atividade | produz | Resultado observado | 0..N resultados registrados; 1 execução de origem por registro direto |
| Inferência | utiliza | Premissa e procedimento | 1..N premissas e 1 procedimento ou modelo identificável por inferência registrada |
| Inferência | propõe | Afirmação | 1..N conclusões por inferência; 0..N inferências por afirmação |
| Explicação | explicita | Afirmação, decisão ou resultado | 1..N alvos por explicação; 0..N explicações por alvo |
| Feedback | compara | Produção observada e critério | 1..N produções e 1..N critérios por retorno avaliativo |
| Afirmação ou relação | pode declarar | Incerteza ou pressuposto | 0..N registros por alvo; cada registro identifica seu alvo e contexto |
| Contribuição colaborativa | é atribuída a | Sujeito | 1..N responsáveis identificados por contribuição |
| Indicador | examina aspecto de | Processo, uso, aprendizagem ou aplicação | 1 finalidade explícita por definição; 0..N observações ao longo do tempo |
| Demanda | motiva | Objetivo de uso | 1..N objetivos por demanda estruturada; 1..N demandas por objetivo compartilhado |
| Objetivo de uso | orienta seleção de | Objeto, representação ou Jornada | 1..N alvos por objetivo aplicado; 0..N objetivos por alvo |
| Participação | vincula | Sujeito e papel em contexto | 1 sujeito, 1 papel e 1 escopo por participação; sujeito pode ter 0..N participações |
| Responsabilidade | é atribuída a | Participação | 1 participação responsável por atribuição; 0..N responsabilidades por participação |
| Avaliação | pode fundamentar | Decisão | 0..N decisões por avaliação; 0..N avaliações por decisão; toda decisão tem fundamento registrado |
| Decisão | é assumida por | Participação humana responsável | 1 responsável principal por decisão; colaboradores ou aprovadores adicionais identificados |
| Decisão | autoriza ou propõe | Ação de gestão | 0..N ações por decisão; 1 decisão autorizadora por execução formal registrada |
| Ação de gestão | afeta | Objeto, relação, representação ou condição de uso | 1..N alvos por ação; 0..N ações por alvo |
| Ação executada | gera | Evento de transição ou registro de manutenção | 1..N registros por execução concluída; sem exigir mudança de versão em manutenção sem alteração |
| Compartilhamento | disponibiliza | Representação para público e objetivo | 1..N representações, 1 público definido e 1..N objetivos por registro de compartilhamento |
| Reutilização | referencia | Objeto e versão | 1 objeto e versão identificada por registro; 0..N reutilizações por versão |
| Preservação | mantém | Registros da memória de conhecimento | 1..N registros por ação de preservação; 0..N ações ao longo da vida do registro |
As relações devem possuir direção, contexto, justificativa e, quando necessário, validade temporal, fonte e versão. “É tipo de” e “faz parte de” não são intercambiáveis.
Mantém objetos e relações reutilizáveis, independentemente de um percurso particular.
Seleciona um recorte da Malha, objetivos, representações, atividades e evidências esperadas.
Registra o percurso real, inclusive desvios, retornos e escolhas.
Inclui compreensão, dúvida, esforço e descoberta, examinados com atividades, relatos e resultados adequados.
A Jornada referencia objetos, sem ser proprietária deles. Reutilizar o mesmo objeto em outra Jornada não exige duplicar sua identidade. Logs são registros de uso; sua interpretação como evidência de aprendizagem exige critérios e resultados adicionais.
A rede descreve conexões semânticas. Um grafo as formaliza ou materializa com nós, arestas e propriedades. JSON, RDF, D3.js, banco relacional ou banco de grafos são escolhas de representação e implementação; nenhuma delas é condição para a existência conceitual da Malha.
Apoia captura, transformação, consulta, seleção de subgrafos, composição de Jornadas, registro de Navegação e revisão. Capacidades aqui descritas são interfaces conceituais propostas; esta página não demonstra sua implementação. Julgamento, autoria e autorização permanecem atribuídos a responsáveis humanos.
Um objeto admite múltiplas classificações. Toda atribuição deve declarar a dimensão utilizada, sua finalidade e justificativa. As categorias abaixo são um conjunto inicial, não uma taxonomia universal.
| Faceta | Categorias ilustrativas | Uso |
|---|---|---|
| Conteúdo | Factual, conceitual, procedimental, metacognitivo | Identificar o que deve ser compreendido ou executado. |
| Finalidade | Declarativo, procedimental, condicional | Distinguir saber o quê, como, quando e por quê. |
| Forma de explicitação | Tácito, explícito, implícito | Escolher estratégias de explicitação, observação e compartilhamento. |
| Sujeito ou âmbito social | Individual, coletivo, organizacional | Identificar quem conhece ou sustenta a prática. |
| Origem ou modo de produção | Experiencial, científico, técnico, documental | Registrar como foi produzido; categorias podem se sobrepor. |
| Aplicação | Teórica, prática, normativa, operacional, estratégica | Orientar a seleção de atividades e representações. |
“Procedimental” pode aparecer em mais de uma dimensão: a atribuição deve identificar sua faceta. “Contestado”, “histórico” e “publicado” são tratados nesta proposta como estados ou condições do ciclo, não como tipos da mesma hierarquia.
Exemplo: OC-PLAC-001 é conceitual quanto às regras, procedimental quanto à implementação e condicional quanto à decisão de aceitar um comando; parte de sua representação é explícita.
Demanda → aquisição → interpretação → transformação → avaliação → integração → uso → novas evidências → revisão. É uma referência iterativa, com retornos e atividades simultâneas.
| Operação | Registro necessário | Possível resultado |
|---|---|---|
| Receber entrada | Original, origem, autoria, data e condições | Pergunta, fonte, observação ou dado preservado. |
| Interpretar | Sentido atribuído, contexto e ambiguidades | Conceitos ou afirmações candidatos. |
| Inferir | Premissas, método e justificativa | Conclusão proposta, distinguível do conteúdo da fonte. |
| Transformar | O que mudou e qual significado deve ser preservado | Texto, tabela, modelo, knowgrama ou grafo. |
| Avaliar | Critérios, evidências, limites e responsável | Decisão favorável, objeção ou revisão. |
| Integrar | Identidade, relações e versões afetadas | Novo objeto, nova versão, relação, representação ou evidência. |
Socialização, externalização, combinação e internalização, presentes nos anexos, descrevem movimentos possíveis entre experiência e explicitação. Não constituem etapas rígidas nem garantem aprendizagem. Externalizar produz uma representação parcial; internalizar exige apropriação por prática e reflexão.
Regra de fidelidade: converter texto em knowgrama, JSON ou grafo requer verificar perdas, simplificações e mudança de contexto. Preservar a distinção entre citação, interpretação, inferência e decisão.
Uma atividade mobiliza conhecimentos e produz resultados. Esses resultados são interpretados segundo critérios; inferências propõem conclusões; explicações mostram seu encadeamento; feedback orienta o participante e pode provocar revisão. Nenhuma passagem é automática.
Definir objetivo, participante, recursos, condições e produção esperada.
Preservar o registro observado; declarar qual afirmação ele sustenta ou contesta e por quais critérios.
Indicar premissas, regra ou modelo, conclusão e limites. Distinguir dedução, generalização e hipótese quando necessário.
Mostrar por que uma conclusão ou decisão foi proposta, com linguagem adequada ao participante.
Comparar produção e critérios e indicar uma próxima ação concreta, sem reduzir o participante a uma pontuação.
Decidir se o retorno exige alterar compreensão, atividade, afirmação, objeto, representação ou Jornada.
Selecione um cenário didático. O painel oferece perguntas de revisão, sem atribuir validade automática.
| Campo | O que registrar |
|---|---|
| Alvo | Identificador da afirmação, relação ou decisão examinada. |
| Lacuna ou divergência | O que ainda não foi observado ou por que as fontes divergem. |
| Premissas e pressupostos | Condições admitidas e sua sustentação. |
| Procedimento de inferência | Regra, método ou modelo e passos relevantes. |
| Conclusão e alcance | O que se pode afirmar e para quais condições. |
| Grau de sustentação | Descrição justificada; número apenas quando houver método de estimativa definido. |
| Próximo exame | Teste, fonte ou atividade que pode reduzir a incerteza. |
Uma explicação plausível ou fluente não garante uma conclusão correta. Na participação da IA, registrar fontes e justificativas verificáveis; não exigir nem presumir acesso ao raciocínio interno do sistema.
Experiência → reflexão → conceituação → nova experimentação é um percurso possível apresentado pelo anexo. Pode orientar uma atividade, com retornos e outras sequências. Não constitui uma lei universal nem justifica classificar pessoas em estilos fixos de aprendizagem.
Estas perspectivas complementam as facetas de classificação do conteúdo e podem atravessar qualquer objeto, atividade ou Jornada.
| Dimensão | Pergunta orientadora | Registro ou apoio possível |
|---|---|---|
| Cognitiva | O participante compreende, explica, aplica e reconhece seus limites? | Produção, explicação, desempenho em caso novo e reflexão. |
| Social | Quem contribui, negocia significados e revisa? | Autoria das contribuições, decisões e feedback entre participantes. |
| Cultural | Que linguagem, valores e práticas influenciam a interpretação? | Termos, pressupostos e condições de tradução ou contextualização. |
| Prática | Em que situação o conhecimento é mobilizado e com que resultado? | Condições da tarefa, observação e lição aprendida. |
| Método ou recurso | Produção possível | Limite a examinar |
|---|---|---|
| Entrevista | Relato, decisões e heurísticas de um participante | Memória seletiva, interpretação e influência das perguntas. |
| Observação | Registro da execução, condições e ocorrências | Viés do observador e situações não observadas. |
| Revisão documental | Trechos, conceitos, versões e posições de fontes | Atualidade, contexto e rastreabilidade das referências. |
| Prototipação e experimento | Casos, medições e resultados de teste | Representatividade e condições da execução. |
| Diagramas e mapeamento | Representações usadas para elicitar ou conferir relações | Não são, por si, fontes independentes nem provas do conteúdo. |
Uma pessoa, comunidade, Jornada ou sistema pode utilizar objetos compartilhados. Reutilização exige identificador, versão, contexto, permissões aplicáveis e condições de interpretação. Disponibilizar uma representação não garante transferir integralmente o conhecimento tácito nem a compreensão.
Gestão do conhecimento: objetivos orientam prioridades; competências indicam capacidades necessárias; comunidades de prática apoiam colaboração; lições aprendidas preservam experiências; governança define responsabilidade. Essas são interfaces do modelo, sem impor uma estrutura organizacional única ao LAC.
Todo indicador requer finalidade, unidade, período, método, responsável e limites. As famílias abaixo não são equivalentes e devem permanecer separadas na avaliação.
| Família | Exemplo de indicador | O que permite examinar | O que não demonstra isoladamente |
|---|---|---|---|
| Processo | Tempo entre submissão e revisão, com datas definidas | Funcionamento do fluxo editorial ou de curadoria. | Qualidade conceitual ou aprendizagem. |
| Uso e participação | Sessões, atividades realizadas e contribuições identificadas | Adoção e padrões de interação. | Compreensão ou competência. |
| Aprendizagem | Resolução de casos novos, explicação e comparação com critério | Desempenho e possíveis mudanças na compreensão. | Transferência universal ou retenção de longo prazo. |
| Aplicação e impacto | Erros ou retrabalho em tarefas comparáveis, antes e depois | Utilidade em um contexto e sob condições registradas. | Causalidade atribuível apenas ao LAC, sem desenho de avaliação adequado. |
| Percepção | Satisfação e dificuldade relatadas | Experiência declarada pelo participante. | Desempenho ou aprendizagem comprovados. |
O anexo menciona aumento de retenção de “até 60%”, mas não identifica o estudo correspondente no trecho. Esse número não foi adotado como evidência ou meta nesta página.
O modelo organiza entidades e restrições; a gestão utiliza essas estruturas para priorizar necessidades, orientar uso, avaliar resultados e decidir intervenções. A decisão pode determinar manutenção, nova revisão, publicação, substituição ou preservação.
| Etapa | Registro mínimo | Limite |
|---|---|---|
| Demanda e objetivo | Origem, participante, necessidade, contexto e resultado pretendido | Não organizar conteúdo sem finalidade identificável. |
| Participação e responsabilidade | Sujeito, papel, escopo, período e atribuições | Uma pessoa pode acumular papéis; distinguir suas atuações. |
| Avaliação | Alvo e versão, critérios, evidências, limites e conclusão | A avaliação não equivale automaticamente a aprovação editorial. |
| Decisão | Responsável humano, data, alternativas, fundamento, resultado e alcance | Uma recomendação da IA não autoriza a execução por si só. |
| Ação | Tipo, alvo, autorização e situação: proposta ou executada | Registrar decisão não executa publicação nem substituição. |
| Evento e memória | Antes e depois, execução, data, responsável, justificativa e sucessor quando houver | Preservar rastreabilidade e sinalizar vigência. |
Compartilhar torna uma representação ou experiência acessível para um público e finalidade. Reutilizar mobiliza um objeto existente em outra situação, preservando identidade, versão e contexto. Preservar mantém registros e vínculos necessários à continuidade, sem confundir arquivo histórico com orientação vigente.
Não se exige extrair integralmente o conhecimento tácito de uma pessoa. Prática acompanhada, mediação e experiência continuam relevantes. Indicadores de rastreabilidade, busca e retrabalho devem declarar método e condições, sem se tornarem medidas automáticas de aprendizagem.
Consultar Gestão do Conhecimento no LAC — nome canônico definido por Walter. O link pressupõe a página em /conhecimento/gestao_conhecimento_lac.html.
O Objeto de Conhecimento pode manter sua identidade enquanto conteúdos, relações, representações e versões evoluem. O modelo separa atividade de trabalho, avaliação, publicação e vigência para evitar um único campo de status ambíguo.
| Dimensão | Valores ilustrativos | Pergunta |
|---|---|---|
| Trabalho | Identificado, em elaboração, em revisão | Que atividade está ocorrendo? |
| Avaliação | Proposta, em avaliação, validada no escopo, contestada, rejeitada no escopo | Com que sustentação e critérios? |
| Disponibilização | Rascunho, publicada, acesso restrito, retirada | Onde e para quem a versão está disponível? |
| Vigência | Atual, substituída, descontinuada | Esta versão deve orientar o uso atual? |
| Uso e preservação | Em uso: registros de ativação; histórica: finalidade de preservação | Como é utilizada ou conservada? |
“Substituída” pertence à vigência e não aparece entre os estados de avaliação.
| Evento | Condição | Registro resultante |
|---|---|---|
| Submeter à avaliação | Versão candidata identificada, com contexto e critérios | Avaliação iniciada e responsável identificado. |
| Validar no escopo | Critérios atendidos e justificativa registrada | Decisão datada, escopo e evidências vinculados. |
| Publicar | Versão aprovada conforme política aplicável e autorização humana | Canal, público, versão e data de publicação. |
| Revisar | Mudança, erro, contraexemplo ou retorno de uso identificado | Motivo e impacto; versão de trabalho sem apagar a anterior. |
| Substituir | Sucessor identificado e decisão justificada | Vínculo entre versões, recomendação atual e histórico. |
| Descontinuar e preservar | Uso atual não recomendado; decisão e condições explicitadas | Sinalização de descontinuação e preservação histórica quando necessária. |
Todo evento relevante registra origem, destino, responsável, data, justificativa, evidências e versões. Publicação não prova validade permanente; contestação pode coexistir com disponibilidade, exigindo sinalização e decisão responsável.
Exemplo didático. Os resultados abaixo são hipotéticos; nenhum teste físico foi executado para esta página.
| Referente / objeto | Placar eletrônico / recorte: validação do comando antes da atualização do estado. Objeto de Conhecimento do LAC: OC-PLAC-001, identidade ilustrativa estável. |
|---|---|
| Sujeito e finalidade | Aprendiz que precisa explicar e implementar uma atualização consistente. |
| Contexto | Protótipo com Arduino UNO R3; contrato de comando a especificar. |
| Dado e informação | Registro “3:1”; interpretado, conforme contrato, como pontuação de duas equipes. |
| Afirmação A-001 | Um comando fora do formato aceito deve ser rejeitado, preservando o placar atual. |
| Fonte e representação | Especificação do protocolo e código versionado; regra descrita em texto e tabela de decisão. |
| Evidência esperada | Registro de entrada inválida, resposta de rejeição e estado anterior e posterior iguais. |
| Justificativa | Comparar o comportamento registrado com o critério de preservação do estado. |
| Aprendizagem observável | O aprendiz explica o motivo da validação e resolve um caso novo sem copiar o exemplo. |
| Aplicação e revisão | Usar a regra no firmware; se um caso inválido alterar o estado, registrar a divergência e revisar a implementação ou a especificação. |
| Jornada e Navegação | Jornada planejada: compreender a regra, comparar comandos e executar um teste. Navegação hipotética: consultar a tabela, retornar ao protocolo e refazer o caso. Compreensão deve ser examinada pela explicação e pelo desempenho. |
| Representações do mesmo objeto | Especificação textual, tabela de decisão, knowgrama e registro JSON, relacionados ao identificador OC-PLAC-001. |
| Atividade e resultado hipotético | Enviar um comando inválido e comparar estado anterior e posterior. Resultado ilustrativo: placar preservado em 3:1. |
| Inferência e limite | O registro sustenta a preservação no caso examinado, nas condições do teste. Não demonstra todos os comandos, todas as versões ou todas as falhas do canal. |
| Explicação e feedback | Explicar a relação entre formato, rejeição e estado preservado. Retorno ao aprendiz: a regra foi descrita; acrescente sua justificativa e um contraexemplo possível. |
| Incerteza e próximo exame | Comandos truncados ainda não examinados. Definir casos adicionais e registrar condições, resultados e versões. |
| Estado | Trabalho: em elaboração; avaliação: proposta; disponibilização: rascunho do exemplo; vigência: candidata. Nenhum teste físico realizado. |
Exemplo de modelagem proveniente da página de gestão. Não são apresentados testes empíricos, resultados de produção ou parâmetros técnicos validados.
| Elemento | Instância proposta |
|---|---|
| Demanda e objetivo | Preparar outro participante para executar e explicar etapas de uma receita em condições definidas. |
| Referente e recorte | Prática de produção; recorte: organização e aprendizagem de um procedimento. |
| Objeto de Conhecimento | OC-DOC-001 — procedimento da receita, com identidade ilustrativa estável. |
| Representações | Ficha técnica, procedimento, demonstração e registro de observação vinculados ao objeto. |
| Jornada e Navegação | Planejar leitura, demonstração, prática e explicação; registrar a execução real e seus retornos. |
| Participações | Pessoa experiente como autora; participante como aprendiz; responsável identificado para revisão e autorização. |
| Avaliação | Examinar produção e explicação conforme critérios previamente definidos, com registro das condições. |
| Decisão hipotética | Se a instrução for ambígua, propor revisão, com fundamento e responsável; não concluir que houve falha de aprendizagem apenas por essa ambiguidade. |
| Ação e versão | Revisar a representação; criar nova versão se houver alteração relevante; manter a identidade quando o objeto permanecer o mesmo. |
| Memória e reutilização | Preservar histórico e lição aprendida; outra Jornada pode referenciar o mesmo objeto e a versão adequada. |
| Indicador | Examinar tarefas comparáveis e critérios de formação; acesso à ficha não demonstra competência. |
Teste conceitual de adequação: o exemplo do placar enfatiza regras e testes; este enfatiza experiência, explicitação parcial e mediação. Ambos exigem contexto, evidência e governança.
Preencha um pequeno registro e exporte em JSON. Os campos permanecem apenas nesta página enquanto ela estiver aberta; use a exportação para conservá-los.
Preenchimento não equivale a validação. A decisão cabe ao responsável, com exame das evidências.
Investiga um objeto e produz resultados que podem ampliar, contestar ou reorganizar conhecimentos. Seus resultados precisam de avaliação.
Abrir modelo de referência da pesquisaLink relativo: requer o arquivo de pesquisa na mesma pasta.
A aprendizagem transforma a compreensão e a capacidade do sujeito; Jornadas organizam percursos; Navegação registra sua realização; aplicação produz retorno para revisão.
Vocabulário define termos; ontologia explicita tipos e relações; banco de conhecimento organiza registros; knowgramas oferecem representações exploráveis.
Gestão do conhecimento: gestao_conhecimento_lac.html utiliza as entidades e regras deste modelo para organizar, compartilhar, preservar e orientar decisões.
Localização definida para esta página: /fundamentos/modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac.html. Imagem: assets/img/knowgrama_conhecimento_lac.png, relativa à pasta da página, correspondendo a /fundamentos/assets/img/knowgrama_conhecimento_lac.png.
Checklist de revisão nesta sessão, sem persistência automática.
Consolidação v1.3: versão de trabalho v1.2 desenvolvida nesta conversa, cotejada com o modelo v1.0 reenviado como modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac(1).html e com gestao_conhecimento_lac.html. As fontes anteriores continuam listadas para preservar a proveniência. Os nomes identificam as cópias analisadas; não pressupõem publicação ou homologação de seu conteúdo.
| Arquivo consultado | Contribuição | Tratamento no MCR-CON-LAC |
|---|---|---|
| Conhecimento(20261020-140251).html | Dimensões cognitivas, sociais, culturais e práticas; fatos, regras, heurísticas e metaconhecimento. | Síntese ampla; generalizações sobre independência de contexto não foram adotadas. |
| objeto_de_conhecimento_lac(1).html | Objeto como unidade semântica identificável, reutilização e identidade na Malha. | Origem da distinção entre recorte investigado e objeto estruturado do LAC. |
| componentes_conhecimento_lac(1).html | Conceito, termo, significado, definição, metadados e temporalidade. | Base para ampliar catálogo e ficha. |
| tipos_conhecimento_lac(1).html | Classificações complementares por critérios. | Facetas mantidas distintas de estados de avaliação e vigência. |
| aquisicao_transformacao_conhecimento_lac(1).html | Demanda, captura, interpretação, transformação, validação e integração. | Original, interpretação, inferência e decisão explicitados. |
| ciclo_vida_conhecimento_lac(1).html | Etapas, eventos, versões, substituição e preservação. | Status único desdobrado em dimensões propostas nesta página. |
| representacoes_conhecimento_lac(1).html | Identidade semântica e múltiplas formas de expressão. | Conversão exige examinar fidelidade, contexto e perdas. |
| redes_grafos_conhecimento_lac(1).html | Malha, predicados, subgrafos, Jornada, Navegação e operação. | Tecnologias tratadas como escolhas de implementação, não como requisitos conceituais. |
| Conhecimento(20261020-141428).html | Dimensões humanas, métodos de aquisição, aprendizagem experiencial, colaboração, inferência, explicação, gestão e métricas. | Complementos v1.2 com distinções entre conteúdo, método, evidência, técnica de processamento e indicador. |
| modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac(1).html | Cópia v1.0 reenviada pelo autor; definição operacional, estrutura e registro de afirmações. | Cotejada; preservados fundamentos e recuperados complementos já desenvolvidos na v1.2. |
| gestao_conhecimento_lac.html | Demanda, uso, papéis, decisão, memória, compartilhamento e fábrica de doces. | Fonte direta dos complementos de gestão. Nome canônico confirmado por Walter. |
Base estrutural anterior: Modelo Conceitual de Referência da Pesquisa — MCR-PES-LAC v1.1, utilizado para a organização inicial desta página.
Responsabilidade: síntese e implementação com apoio de IA, solicitadas por Walter; autoria das decisões finais e homologação dependem de revisão humana. Os arquivos-fonte foram consultados; o modelo reenviado é o alvo desta consolidação. A página de gestão foi utilizada como fonte, sem modificação de seu conteúdo nesta entrega.
O anexo indica Akerkar e Sajja, Knowledge-Based Systems; Nonaka e Takeuchi, Criação de Conhecimento na Empresa; Davenport e Prusak, Working Knowledge; Polanyi, The Tacit Dimension; e leituras de Senge, Wiig, Brown e Duguid e Stewart.
Essas obras não foram diretamente consultadas nesta atualização. Edições, dados bibliográficos e correspondência entre cada obra e cada afirmação devem ser verificados antes de tratá-las como sustentação direta.
Limites: sem revisão bibliográfica externa nesta versão; vocabulário, ontologia e regras físicas gerais não foram reavaliados. Cardinalidades e harmonizações permanecem propostas. O modelo não mede diretamente estados mentais nem demonstra uma Máquina de Conhecimento já implementada.
Preservados os 59 conceitos anteriores e incluídos 12 complementos de gestão, totalizando 71 entidades. Acrescentadas relações de participação, responsabilidade, decisão, ação, compartilhamento, reutilização e preservação; segunda instância da fábrica de doces; painel de decisões; campos e verificações no JSON. Nome canônico da página de gestão: conhecimento/gestao_conhecimento_lac.html.
O anexo reenviado estava em v1.0; a consolidação recupera o conteúdo de trabalho da v1.2 para evitar regressão. A imagem disponível é a síntese v1.2 de 59 entidades, identificada como visão de base; as relações novas estão na página.
Incluídos 15 conceitos, painel de suficiência de registros, dimensões humanas, métodos de aquisição, inferência, explicação, feedback, incerteza e métricas. Ampliados relações, exemplo, regras, formulário e glossário. A imagem estrutural v1.1 foi mantida e identificada como visão geral; os novos elementos são explorados no painel conceitual e nas seções complementares.
Incluídos Objeto de Conhecimento do LAC, Malha, Jornada, Navegação, facetas, núcleo semântico, aquisição, ciclo de vida, eventos e fontes. Atualizados knowgrama, catálogo, relações, exemplo, glossário e formulário JSON. Mantida a localização em /fundamentos/ e a referência relativa da imagem.