1) Leia a definição curta e a Regra de Ouro.
2) Veja os exemplos visuais didáticos (diagramas).
3) Depois use o mini-grafo técnico e clique nas setas.
No OLA, a seta não é enfeite nem “link visual”. Ela marca uma relação direcional onde algo muda: significado, estado, nível ou dependência.
1) Leia a definição curta e a Regra de Ouro.
2) Veja os exemplos visuais didáticos (diagramas).
3) Depois use o mini-grafo técnico e clique nas setas.
Evitar grafos “bonitos mas vagos”, onde tudo aponta para tudo sem semântica clara. A seta vira um compromisso semântico que orienta leitura, modelagem e ensino.
Se há uma seta (→), há mudança. Se não houver mudança, não é seta.
Pergunta: “O que muda ao atravessar essa seta?”
Nível didático: definição + exemplos em diagramas simples (para “ver e entender”).
Seta (→) é uma relação direcional que indica transformação, progressão ou dependência cognitiva/informacional.
= ou ≡.—.No OLA, a seta (→) é usada apenas quando atravessá-la implica mudança de significado, estado, nível ou dependência.
Nível intermediário: regras operacionais + mini-grafo técnico (clique nas setas).
Nível avançado: governança da notação + critérios de qualidade + tipologia visual.
No OLA, uma seta é uma hipótese semântica explicitada no artefato. Ela pode (e deve) ser revisada conforme evidências de uso e clareza para leitores.
Seta (→): relação direcional que indica transformação, progressão ou dependência cognitiva/informacional; atravessá-la implica mudança.