LAC · Computação · Representação do conhecimento

Tabelas de decisão
Do conhecimento à execução.

Uma forma de tornar explícito quais resultados correspondem a cada combinação de condições — para compreender, verificar e experimentar decisões.

Revisão conceitual · 21/10/2026 · v2.3
01 / Modelo mental

Condições avaliadas. Regras aplicadas. Resultado explicado.

Uma tabela de decisão associa combinações de valores de entrada a saídas. Cada regra declara quando se aplica e qual resultado produz. A aplicação decide como transformar esse resultado em uma ação.

Condição

Teste sobre uma entrada: por exemplo, “a identificação foi confirmada?”. Neste laboratório, cada condição é booleana: Sim ou Não.

Regra

Combinação de testes ligada a uma saída. O símbolo — significa “qualquer valor”: a condição não restringe essa regra.

Saída e ação

“Atendimento remoto” é uma saída. Abrir um chamado é uma ação posterior. Separar as duas facilita testes e rastreabilidade.

Vocabulário de verificação
  • Cobertura: todas as combinações admissíveis possuem regra aplicável? Uma lacuna deve ser tratada explicitamente ou aceita pelo contrato da decisão.
  • Sobreposição: duas ou mais regras se aplicam à mesma entrada. Pode ser válida, dependendo da política.
  • Conflito de saídas: regras aplicáveis retornam resultados diferentes. É incompatível com a política Any; First resolve pela ordem e Collect reúne resultados.
  • Redundância: repetição dispensável em relação à semântica adotada. A mesma saída em regras diferentes não basta para caracterizar erro; em Collect, duplicar regras pode alterar o resultado.
  • Ambiguidade: interpretação ou resolução não especificada. Não significa simplesmente “regras diferentes com a mesma ação”.

Para n condições booleanas independentes existem 2n combinações. Uma tabela reduzida pode cobri-las com menos regras. Restrições de domínio podem tornar parte das combinações impossível.

Convenções que evitam confusão

Sim/Não representam valores booleanos. — aceita ambos; não significa “valor desconhecido”. Uma entrada ausente exige tratamento próprio. Na semântica histórica fornecida pelo autor, uma expressão aritmética diferente de zero corresponde a 1, e igual a zero corresponde a 0. Essa é uma convenção daquela linguagem; o laboratório atual recebe apenas entradas booleanas e não avalia expressões aritméticas.

Uma transição indica qual tabela ou estado será tratado em seguida, quando o modelo inclui controle de rotinas. O laboratório abaixo trata uma decisão isolada, sem implementar transições.

02 / Proveniência

Duas contribuições que se encontram.

Walter Dominguez · 1977

Estudo e aplicação da Tabela de Decisão

Apresentação prática da construção, análise, otimização e conversão de tabelas em programas. Enfrenta os problemas de comunicação e documentação de sistemas e aponta a possibilidade de uma linguagem tabular.

Carlos Flores Cunha · 1979

Linguagem de Descrição de Rotinas: Parte de Controle

Desenvolve sintaxes e processamento da parte de controle, separada das especificações e operações. Explora sete variantes, incluindo paralelismo e não determinismo.

Convergência interpretativa: aproximar descrição, documentação e execução. Há reconhecimento entre os autores nos agradecimentos; isso documenta colaboração, sem provar que uma dissertação derive diretamente da outra.

Explorar o knowgrama das duas dissertações
Knowgrama: Walter sistematiza o uso das tabelas; Flores formaliza o controle. Ambos convergem para aproximar descrição, documentação e execução.
Síntese visual elaborada com apoio de IA; as dissertações são as fontes primárias.

O laboratório retoma a aplicação e a verificação presentes no trabalho de 1977 e a preocupação com semântica de processamento presente no de 1979. É uma elaboração didática atual; não reproduz integralmente nenhuma das linguagens históricas.

Estrutura / Modelo de rotina

Da decisão isolada à organização de rotinas.

Os novos anexos explicitam uma representação em que a avaliação das condições seleciona ações e transições. A identificação permite referenciar a tabela; a transição indica qual tabela será executada em seguida.

Formato da tabela: área de controle com identificação e regras; área de operação com condições e ações; referências de transição para outras tabelas.
Formato fornecido pelo autor: identificação e regras na área de controle; condições e ações na área de operação; transições associadas às regras. As colunas preservam a distinção entre o que avaliar, o que executar e para onde seguir.
Partes da linguagem e componentes da representação
Parte ou componenteResponsabilidadeExemplo didático
EspecificaçõesDescrever características dos recursos disponíveis.Entradas, seus tipos e recursos acessíveis.
Operações: condiçõesIndicar o que deve ser avaliado, com resultado booleano segundo a convenção adotada.Identificação confirmada?
Operações: açõesIndicar o que deve ser executado.Registrar encaminhamento.
Controle: identificaçãoNomear a tabela como ponto referenciável da rotina.TabAtendimento.
Controle: regrasRelacionar avaliações das condições aos elementos selecionados.1 0 seleciona o encaminhamento remoto.
Controle: transiçõesIndicar a próxima tabela a processar.Seguir para TabRegistro.

Escopo do laboratório: implementa uma decisão isolada com duas condições e saídas textuais. Não executa ações externas, encadeia tabelas nem simula paralelismo ou não determinismo. A interpretação de uma transição vazia como término ou outra conduta precisa ser explicitada antes de construir um executor de rotinas.

Propriedades: como interpretar o material histórico
Leitura crítica das propriedades fornecidas
PropriedadeInterpretação e condições de validade
Completude e 2ⁿPara n condições booleanas independentes existem 2ⁿ combinações. A igualdade com o número de regras vale para a forma expandida, com uma regra por combinação. Regras reduzidas podem cobrir várias combinações; com restrições, o domínio admissível pode ser menor.
CompatibilidadeNa interpretação histórica, deve-se examinar o conjunto de ações e as transições das regras simultaneamente aplicáveis. O anexo admite uma exceção envolvendo transição vazia; sua semântica operacional precisa ser confirmada antes de implementação. Não se generaliza essa exceção às políticas DMN.
Redundância permitidaO anexo permite regras sobrepostas associadas ao mesmo conjunto de ações e transições. Isso se aproxima conceitualmente de uma seleção que exige concordância, mas não estabelece equivalência formal com Any. Unique rejeita múltiplas correspondências; Collect pode preservar resultados repetidos.
Ordem das regrasPode ser irrelevante quando a seleção não depende da posição e as associações com ações e transições são preservadas. Em First, a ordem participa da semântica e pode alterar o resultado.
Não determinismo, paralelismo e matriz booleana

Várias ações não implicam não determinismo: uma regra pode determinar um conjunto fixo de ações, todas obrigatórias. O não determinismo envolve escolhas alternativas admitidas pelo modelo, sem uma única escolha prescrita naquele ponto.

Paralelismo permite execução concorrente segundo a semântica da linguagem. Retornar várias saídas com Collect não significa executá-las em paralelo.

Matriz booleana é uma possível representação de avaliações e associações. Identificadores, descrições de ações e referências de transição também compõem o modelo completo. Não se define toda tabela de decisão como uma matriz exclusivamente booleana.

As afirmações sobre linguagens regulares, livres de contexto e compiladores pertencem à proposta de formalização histórica. A classe formal depende da gramática e da camada analisada. Separar especificações, operações e controle é uma proposta arquitetural; não exige três compiladores independentes em toda implementação.

Consultar as imagens de definições e propriedades
Definições históricas de especificações, operações, controle, identificação, regras, semântica dos símbolos e transições.
Definições fornecidas pelo autor, preservadas como fonte documental.
Propriedades históricas: completude, compatibilidade, redundância e independência da ordem das regras.
Propriedades fornecidas pelo autor; a interpretação revisada aparece acima.
03 / Representação formal

Como escrever, interpretar e verificar uma tabela.

O diagrama fornecido pelo autor apresenta uma gramática visual: seus caminhos indicam sequências, alternativas e repetições permitidas. Esse formato é conhecido como diagrama sintático ou diagrama de trilhos. A BNF expressa produções gramaticais por escrito.

Diagrama sintático fornecido pelo autor: condição, conectores e retornos, símbolos 1, 0 e asterisco, elemento, sem elemento e impossível.
Diagrama original fornecido por Walter em 21/10/2026. Preservado como fonte visual; a origem bibliográfica específica e a legenda completa ainda precisam ser confirmadas.

Leia os caminhos

Comece pela seta de entrada à esquerda e acompanhe as setas. As bifurcações oferecem alternativas; os retornos indicam repetição. Retângulos nomeiam componentes; outros sinais representam terminais ou convenções da notação.

A leitura exata dos separadores e dos percursos requer a legenda original. Não se apresenta aqui uma transcrição BNF como se estivesse validada.

Três níveis de análise

  1. Sintaxe: a representação segue a gramática?
  2. Semântica: o que significam os símbolos e como se obtém o resultado?
  3. Verificação: as regras cobrem o domínio e respeitam a política adotada?

Uma construção sintaticamente aceita pode apresentar lacunas, saídas conflitantes ou representar incorretamente a necessidade do usuário.

Correspondências e limites entre a imagem e o laboratório
Na imagemLeitura sustentadaNo laboratório
condicaoComponente que descreve uma condição.Duas condições booleanas fixas, com significados explícitos.
1 e 0Semântica fornecida pelo autor: 1 = sim, verdadeiro ou resultado aritmético diferente de zero; 0 = não, falso ou resultado igual a zero.Sim e Não, respectivamente.
. e -O ponto indica condição irrelevante na tabela semântica; o procedimento de conversão utiliza hífen para a mesma finalidade. Ambos são documentados como variantes de representação, sem atribuir esse significado ao asterisco.— na interface; hífen no JSON.
*No exemplo textual aparece entre os valores das condições e a ação. Sua função como separador é uma hipótese a confirmar, não uma definição estabelecida.— indica qualquer valor; no JSON é codificado como hífen. Não se presume equivalência com *.
elementoComponente associado à representação de uma regra. Os novos anexos distinguem ações e transições; permanece a confirmar qual é a abrangência precisa do termo “elemento” no diagrama sintático.Uma saída textual. A equivalência exata com o “elemento” original permanece pendente.
0 (sem elemento)Alternativa explicitamente identificada como ausência de elemento.Não há representação própria. Uma saída vazia recebe aviso e não deve ser usada como substituto.
?! (impossível)Alternativa explicitamente identificada como impossível.Não há restrições de domínio: as quatro combinações são admissíveis.

Impossível não é ausência de regra: uma combinação impossível é excluída por uma restrição de domínio justificada. Uma combinação admissível sem regra é uma lacuna de cobertura. Uma regra que aceita qualquer valor também não significa entrada desconhecida.

Semântica fornecida pelo autor

A tabela abaixo documenta a convenção do material original. O laboratório utiliza somente o caso booleano; não interpreta perguntas em linguagem natural nem expressões aritméticas.

Símbolos das regras e interpretação conforme o tipo de condição
SímboloResposta a perguntaExpressão lógicaExpressão aritmética
1SimVerdadeiroResultado diferente de zero
0NãoFalsoResultado igual a zero
. (ou - no procedimento)Condição irrelevante para a aplicação da regra: não restringe o valor dessa condição.
Revisão do procedimento de automatização

O material fornecido descreve preparação de regras, conversão de símbolos, associação a ações e verificação. A revisão distingue o registro histórico das correções propostas.

Correções e definições ainda necessárias
Trecho originalRevisão
“Condição é verdadeira?” e “condição é falsa?”; S S produz 0.Para uma condição booleana válida: S N corresponde a 1; N S corresponde a 0. S S é inconsistente. N N exige tratamento de entrada ou significado não contemplado, não conversão automática.
Incompleteza pelo número de regras menor que 2ⁿ.Verificar a união das combinações cobertas pelas regras em relação ao domínio admissível. O número de linhas isoladamente não basta.
Ambiguidade como mesma ação para regras diferentes.A mesma saída pode ser válida em regras diferentes. Identificar sobreposições e avaliar a política de seleção; explicitar interpretações ausentes.
Onze combinações de diagnósticos declaradas impossíveis.A omissão de uma combinação não prova sua impossibilidade. Lacunas, sobreposições e outros problemas podem coexistir; verificar cada propriedade de modo independente.
“Ação é 1” e “ação é 0”.Definição pendente: esclarecer se indicam seleção, validade ou execução. O laboratório retorna saídas textuais e não utiliza esses indicadores.

Procedimento revisado: validar as entradas e a estrutura das regras; normalizar símbolos com significado confirmado; avaliar regras aplicáveis; verificar cobertura e sobreposições; resolver resultados pela política; apresentar todos os diagnósticos e o rastro da decisão.

Esta descrição orienta a revisão conceitual. O laboratório implementa o domínio booleano fixo e suas políticas; não implementa um analisador da linguagem histórica nem um executor de ações externas.

EBNF didática do formato textual deste laboratório

Esta gramática foi elaborada para explicar o modelo atual. Não é transcrição da imagem nem gramática das dissertações. Em EBNF, chaves indicam repetição, a barra vertical indica alternativas e aspas delimitam símbolos literais.

tabela  = regra, { regra } ;
regra   = valor, valor, "=>", saida, ";" ;
valor   = "1" | "0" | "-" ;
saida   = identificador ;

O primeiro valor corresponde a C1 e o segundo a C2. identificador designa uma saída definida no domínio; sua formação lexical fica fora desta gramática.

1 1 => presencial ;
1 0 => remoto ;
0 - => solicitar_identificacao ;

Restrições semânticas: cada regra testa exatamente duas entradas; cada saída deve estar definida; a política resolve correspondências múltiplas. O exemplo reduzido cobre as quatro combinações.

O editor opera por campos e importa/exporta JSON. Ele não analisa esse formato textual nem valida a gramática histórica. Uma tabela vazia pode ser explorada no editor para observar ausência total de cobertura, mas não pertence à gramática didática acima.

O que falta confirmar na fonte original
  • Função do asterisco e dos demais separadores no diagrama; o exemplo sugere uma possível separação entre condições e ação.
  • Abrangência precisa de “elemento” no diagrama, agora que os anexos distinguem ações e transições; significado de “ação é 1” e “ação é 0” no procedimento original; comportamento da transição vazia e alcance de sua exceção de compatibilidade.
  • Regras de formação, repetição e encerramento de cada construção.
  • Referência bibliográfica e versão da notação.

Os significados de 1, 0 e condição irrelevante, assim como identificação, ações e transições, já foram fornecidos pelo autor. As pendências acima não impedem o uso do laboratório atual: sua notação e seu comportamento estão definidos separadamente.

04 / Laboratório executável

Uma decisão pequena, inteiramente verificável.

Pergunta: qual encaminhamento oferecer a uma solicitação de atendimento? Entradas: C1 — identificação confirmada; C2 — atendimento presencial solicitado. As quatro combinações são admissíveis. As saídas são apenas encaminhamentos didáticos.

Regras editáveis — a ordem é relevante em First
RegraC1 · IdentificaçãoC2 · PresencialSaídaEditar

Verificação de todas as combinações

Resultados exaustivos do domínio booleano
C1C2Regras aplicáveisResultado da política

A verificação é exaustiva apenas para estas duas entradas booleanas. Não comprova que os requisitos ou os resultados escolhidos atendam às necessidades reais. A ausência de correspondência é apresentada como lacuna; o laboratório não define saída padrão.

05 / Uso contemporâneo

Decisões explícitas dentro de sistemas maiores.

Modelagem de decisões

O padrão OMG DMN organiza decisões, dependências e expressões. Suas tabelas declaram políticas para resolver múltiplas correspondências. Este laboratório inspira-se em U, A, F e C, sem constituir um motor DMN/FEEL.

Requisitos e testes

Uma mesma tabela pode apoiar discussão com especialistas, exemplos de aceitação e casos de teste. Registre domínio, restrições, saídas esperadas e a origem de cada regra.

IA sob governança

Como proposta de uso, uma IA pode sugerir regras e testes; uma pessoa valida o significado e as fontes. O modelo aprendido e a tabela explícita são representações diferentes: uma tabela não aprende automaticamente.

Decisão, processo e execução têm responsabilidades diferentes

A decisão determina uma saída a partir de entradas. O processo organiza atividades e eventos. O software executor realiza ações e trata falhas. Uma tabela isolada não descreve necessariamente o processo inteiro; as linguagens de controle estudadas por Flores ampliam esse escopo com transições.

Contrato mínimo para uma decisão no LAC

Referente: o que será decidido. Objetivo e persona: quem usará o resultado e para quê. Entradas: nomes, tipos, origem e ausências. Domínio: combinações possíveis e restrições. Regras: condições, saída e política. Evidências: fontes, responsável, versão e testes. Uso: como interpretar e executar o resultado.

No JSON deste laboratório ficam o identificador do formato, a versão do modelo, as entradas fixas, a política e as regras. O arquivo é didático e não é um documento DMN padronizado. Alterações permanecem na sessão até exportação; não há salvamento automático.

06 / Fontes e limites

O que sustenta esta página.

  1. DOMINGUEZ, Walter. Estudo e aplicação da Tabela de Decisão. Dissertação de mestrado, COPPE/UFRJ, dezembro de 1977. Fonte primária fornecida pelo autor.
  2. CUNHA, Carlos Flores. Linguagem de Descrição de Rotinas: Parte de Controle. Dissertação de mestrado, COPPE/UFRJ, fevereiro de 1979. Fonte primária fornecida para análise.
  3. DOMINGUEZ, Walter (fornecimento). Imagem de diagrama sintático de tabela de decisão. Recebida em 21/10/2026; origem bibliográfica e legenda completa pendentes de confirmação.
  4. DOMINGUEZ, Walter. Semântica e procedimento de automatização de tabelas de decisão. Trecho fornecido na conversa de revisão em 21/10/2026. Fonte das convenções documentadas e objeto das correções explicitadas nesta página.
  5. DOMINGUEZ, Walter (fornecimento). Formato, propriedades e definições de tabelas de decisão. Três imagens recebidas em 21/10/2026 e incorporadas à revisão 2.3. A interpretação crítica é explicitada no texto; a origem bibliográfica específica das imagens permanece a confirmar.
  6. OMG. Decision Model and Notation, versão 1.5. Referência estável usada nesta revisão; não se afirma que seja a versão mais recente. Especificação completa.
  7. Apache KIE. Documentação de DMN no Drools. Exemplo de suporte computacional contemporâneo.

Registro da revisão: versão 2.3, 21/10/2026. Incorporação dos anexos de formato, propriedades e definições; explicitação de identificação, ações e transições; revisão de completude, compatibilidade, redundância, ordem, paralelismo e não determinismo. Versão 2.2: Incorporação da semântica fornecida pelo autor para 1, 0 e condição irrelevante; revisão dos procedimentos de conversão e diagnóstico, preservando as definições ainda não confirmadas. Versão 2.1: Inclusão do diagrama sintático original, distinção entre sintaxe, semântica e verificação, matriz de correspondências e EBNF didática independente. Mantidas como pendentes as convenções históricas sem legenda confirmada. Versão 2.0: Nova elaboração a partir de indexTD(1).html: substituição do exemplo bancário, correção dos conceitos de cobertura e ambiguidade, distinção entre saída e ação, inclusão de políticas e implementação de execução e verificação.

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Como usar

  1. Comece por Compreender e conheça as duas fontes históricas.
  2. No laboratório, escolha um cenário e examine todas as combinações.
  3. Altere a política para observar o efeito das sobreposições.
  4. Edite condições e saídas; selecione entradas e leia o rastro.
  5. Exporte o JSON para guardar o modelo e importe-o para retomar.

Unique permite zero ou uma regra; exigir cobertura total é uma verificação adicional. A redução preserva o comportamento do exemplo original quando Unique é satisfeita.

Conhecimentos prévios

Basta compreender perguntas respondidas com Sim ou Não e a ideia de que uma combinação de respostas pode determinar um resultado. Conhecimentos de lógica booleana e testes de software ajudam a aprofundar o estudo, mas não são necessários para começar.