Condição
Teste sobre uma entrada: por exemplo, “a identificação foi confirmada?”. Neste laboratório, cada condição é booleana: Sim ou Não.
Uma forma de tornar explícito quais resultados correspondem a cada combinação de condições — para compreender, verificar e experimentar decisões.
Revisão conceitual · 21/10/2026 · v2.3Uma tabela de decisão associa combinações de valores de entrada a saídas. Cada regra declara quando se aplica e qual resultado produz. A aplicação decide como transformar esse resultado em uma ação.
Teste sobre uma entrada: por exemplo, “a identificação foi confirmada?”. Neste laboratório, cada condição é booleana: Sim ou Não.
Combinação de testes ligada a uma saída. O símbolo — significa “qualquer valor”: a condição não restringe essa regra.
“Atendimento remoto” é uma saída. Abrir um chamado é uma ação posterior. Separar as duas facilita testes e rastreabilidade.
Para n condições booleanas independentes existem 2n combinações. Uma tabela reduzida pode cobri-las com menos regras. Restrições de domínio podem tornar parte das combinações impossível.
Sim/Não representam valores booleanos. — aceita ambos; não significa “valor desconhecido”. Uma entrada ausente exige tratamento próprio. Na semântica histórica fornecida pelo autor, uma expressão aritmética diferente de zero corresponde a 1, e igual a zero corresponde a 0. Essa é uma convenção daquela linguagem; o laboratório atual recebe apenas entradas booleanas e não avalia expressões aritméticas.
Uma transição indica qual tabela ou estado será tratado em seguida, quando o modelo inclui controle de rotinas. O laboratório abaixo trata uma decisão isolada, sem implementar transições.
Apresentação prática da construção, análise, otimização e conversão de tabelas em programas. Enfrenta os problemas de comunicação e documentação de sistemas e aponta a possibilidade de uma linguagem tabular.
Desenvolve sintaxes e processamento da parte de controle, separada das especificações e operações. Explora sete variantes, incluindo paralelismo e não determinismo.
Convergência interpretativa: aproximar descrição, documentação e execução. Há reconhecimento entre os autores nos agradecimentos; isso documenta colaboração, sem provar que uma dissertação derive diretamente da outra.
O laboratório retoma a aplicação e a verificação presentes no trabalho de 1977 e a preocupação com semântica de processamento presente no de 1979. É uma elaboração didática atual; não reproduz integralmente nenhuma das linguagens históricas.
Os novos anexos explicitam uma representação em que a avaliação das condições seleciona ações e transições. A identificação permite referenciar a tabela; a transição indica qual tabela será executada em seguida.
| Parte ou componente | Responsabilidade | Exemplo didático |
|---|---|---|
| Especificações | Descrever características dos recursos disponíveis. | Entradas, seus tipos e recursos acessíveis. |
| Operações: condições | Indicar o que deve ser avaliado, com resultado booleano segundo a convenção adotada. | Identificação confirmada? |
| Operações: ações | Indicar o que deve ser executado. | Registrar encaminhamento. |
| Controle: identificação | Nomear a tabela como ponto referenciável da rotina. | TabAtendimento. |
| Controle: regras | Relacionar avaliações das condições aos elementos selecionados. | 1 0 seleciona o encaminhamento remoto. |
| Controle: transições | Indicar a próxima tabela a processar. | Seguir para TabRegistro. |
Escopo do laboratório: implementa uma decisão isolada com duas condições e saídas textuais. Não executa ações externas, encadeia tabelas nem simula paralelismo ou não determinismo. A interpretação de uma transição vazia como término ou outra conduta precisa ser explicitada antes de construir um executor de rotinas.
| Propriedade | Interpretação e condições de validade |
|---|---|
| Completude e 2ⁿ | Para n condições booleanas independentes existem 2ⁿ combinações. A igualdade com o número de regras vale para a forma expandida, com uma regra por combinação. Regras reduzidas podem cobrir várias combinações; com restrições, o domínio admissível pode ser menor. |
| Compatibilidade | Na interpretação histórica, deve-se examinar o conjunto de ações e as transições das regras simultaneamente aplicáveis. O anexo admite uma exceção envolvendo transição vazia; sua semântica operacional precisa ser confirmada antes de implementação. Não se generaliza essa exceção às políticas DMN. |
| Redundância permitida | O anexo permite regras sobrepostas associadas ao mesmo conjunto de ações e transições. Isso se aproxima conceitualmente de uma seleção que exige concordância, mas não estabelece equivalência formal com Any. Unique rejeita múltiplas correspondências; Collect pode preservar resultados repetidos. |
| Ordem das regras | Pode ser irrelevante quando a seleção não depende da posição e as associações com ações e transições são preservadas. Em First, a ordem participa da semântica e pode alterar o resultado. |
Várias ações não implicam não determinismo: uma regra pode determinar um conjunto fixo de ações, todas obrigatórias. O não determinismo envolve escolhas alternativas admitidas pelo modelo, sem uma única escolha prescrita naquele ponto.
Paralelismo permite execução concorrente segundo a semântica da linguagem. Retornar várias saídas com Collect não significa executá-las em paralelo.
Matriz booleana é uma possível representação de avaliações e associações. Identificadores, descrições de ações e referências de transição também compõem o modelo completo. Não se define toda tabela de decisão como uma matriz exclusivamente booleana.
As afirmações sobre linguagens regulares, livres de contexto e compiladores pertencem à proposta de formalização histórica. A classe formal depende da gramática e da camada analisada. Separar especificações, operações e controle é uma proposta arquitetural; não exige três compiladores independentes em toda implementação.
O diagrama fornecido pelo autor apresenta uma gramática visual: seus caminhos indicam sequências, alternativas e repetições permitidas. Esse formato é conhecido como diagrama sintático ou diagrama de trilhos. A BNF expressa produções gramaticais por escrito.
Comece pela seta de entrada à esquerda e acompanhe as setas. As bifurcações oferecem alternativas; os retornos indicam repetição. Retângulos nomeiam componentes; outros sinais representam terminais ou convenções da notação.
A leitura exata dos separadores e dos percursos requer a legenda original. Não se apresenta aqui uma transcrição BNF como se estivesse validada.
Uma construção sintaticamente aceita pode apresentar lacunas, saídas conflitantes ou representar incorretamente a necessidade do usuário.
| Na imagem | Leitura sustentada | No laboratório |
|---|---|---|
| condicao | Componente que descreve uma condição. | Duas condições booleanas fixas, com significados explícitos. |
| 1 e 0 | Semântica fornecida pelo autor: 1 = sim, verdadeiro ou resultado aritmético diferente de zero; 0 = não, falso ou resultado igual a zero. | Sim e Não, respectivamente. |
| . e - | O ponto indica condição irrelevante na tabela semântica; o procedimento de conversão utiliza hífen para a mesma finalidade. Ambos são documentados como variantes de representação, sem atribuir esse significado ao asterisco. | — na interface; hífen no JSON. |
| * | No exemplo textual aparece entre os valores das condições e a ação. Sua função como separador é uma hipótese a confirmar, não uma definição estabelecida. | — indica qualquer valor; no JSON é codificado como hífen. Não se presume equivalência com *. |
| elemento | Componente associado à representação de uma regra. Os novos anexos distinguem ações e transições; permanece a confirmar qual é a abrangência precisa do termo “elemento” no diagrama sintático. | Uma saída textual. A equivalência exata com o “elemento” original permanece pendente. |
| 0 (sem elemento) | Alternativa explicitamente identificada como ausência de elemento. | Não há representação própria. Uma saída vazia recebe aviso e não deve ser usada como substituto. |
| ?! (impossível) | Alternativa explicitamente identificada como impossível. | Não há restrições de domínio: as quatro combinações são admissíveis. |
Impossível não é ausência de regra: uma combinação impossível é excluída por uma restrição de domínio justificada. Uma combinação admissível sem regra é uma lacuna de cobertura. Uma regra que aceita qualquer valor também não significa entrada desconhecida.
A tabela abaixo documenta a convenção do material original. O laboratório utiliza somente o caso booleano; não interpreta perguntas em linguagem natural nem expressões aritméticas.
| Símbolo | Resposta a pergunta | Expressão lógica | Expressão aritmética |
|---|---|---|---|
| 1 | Sim | Verdadeiro | Resultado diferente de zero |
| 0 | Não | Falso | Resultado igual a zero |
| . (ou - no procedimento) | Condição irrelevante para a aplicação da regra: não restringe o valor dessa condição. | ||
O material fornecido descreve preparação de regras, conversão de símbolos, associação a ações e verificação. A revisão distingue o registro histórico das correções propostas.
| Trecho original | Revisão |
|---|---|
| “Condição é verdadeira?” e “condição é falsa?”; S S produz 0. | Para uma condição booleana válida: S N corresponde a 1; N S corresponde a 0. S S é inconsistente. N N exige tratamento de entrada ou significado não contemplado, não conversão automática. |
| Incompleteza pelo número de regras menor que 2ⁿ. | Verificar a união das combinações cobertas pelas regras em relação ao domínio admissível. O número de linhas isoladamente não basta. |
| Ambiguidade como mesma ação para regras diferentes. | A mesma saída pode ser válida em regras diferentes. Identificar sobreposições e avaliar a política de seleção; explicitar interpretações ausentes. |
| Onze combinações de diagnósticos declaradas impossíveis. | A omissão de uma combinação não prova sua impossibilidade. Lacunas, sobreposições e outros problemas podem coexistir; verificar cada propriedade de modo independente. |
| “Ação é 1” e “ação é 0”. | Definição pendente: esclarecer se indicam seleção, validade ou execução. O laboratório retorna saídas textuais e não utiliza esses indicadores. |
Procedimento revisado: validar as entradas e a estrutura das regras; normalizar símbolos com significado confirmado; avaliar regras aplicáveis; verificar cobertura e sobreposições; resolver resultados pela política; apresentar todos os diagnósticos e o rastro da decisão.
Esta descrição orienta a revisão conceitual. O laboratório implementa o domínio booleano fixo e suas políticas; não implementa um analisador da linguagem histórica nem um executor de ações externas.
Esta gramática foi elaborada para explicar o modelo atual. Não é transcrição da imagem nem gramática das dissertações. Em EBNF, chaves indicam repetição, a barra vertical indica alternativas e aspas delimitam símbolos literais.
tabela = regra, { regra } ;
regra = valor, valor, "=>", saida, ";" ;
valor = "1" | "0" | "-" ;
saida = identificador ;O primeiro valor corresponde a C1 e o segundo a C2. identificador designa uma saída definida no domínio; sua formação lexical fica fora desta gramática.
1 1 => presencial ;
1 0 => remoto ;
0 - => solicitar_identificacao ;Restrições semânticas: cada regra testa exatamente duas entradas; cada saída deve estar definida; a política resolve correspondências múltiplas. O exemplo reduzido cobre as quatro combinações.
O editor opera por campos e importa/exporta JSON. Ele não analisa esse formato textual nem valida a gramática histórica. Uma tabela vazia pode ser explorada no editor para observar ausência total de cobertura, mas não pertence à gramática didática acima.
Os significados de 1, 0 e condição irrelevante, assim como identificação, ações e transições, já foram fornecidos pelo autor. As pendências acima não impedem o uso do laboratório atual: sua notação e seu comportamento estão definidos separadamente.
Pergunta: qual encaminhamento oferecer a uma solicitação de atendimento? Entradas: C1 — identificação confirmada; C2 — atendimento presencial solicitado. As quatro combinações são admissíveis. As saídas são apenas encaminhamentos didáticos.
| Regra | C1 · Identificação | C2 · Presencial | Saída | Editar |
|---|
| C1 | C2 | Regras aplicáveis | Resultado da política |
|---|
A verificação é exaustiva apenas para estas duas entradas booleanas. Não comprova que os requisitos ou os resultados escolhidos atendam às necessidades reais. A ausência de correspondência é apresentada como lacuna; o laboratório não define saída padrão.
O padrão OMG DMN organiza decisões, dependências e expressões. Suas tabelas declaram políticas para resolver múltiplas correspondências. Este laboratório inspira-se em U, A, F e C, sem constituir um motor DMN/FEEL.
Uma mesma tabela pode apoiar discussão com especialistas, exemplos de aceitação e casos de teste. Registre domínio, restrições, saídas esperadas e a origem de cada regra.
Como proposta de uso, uma IA pode sugerir regras e testes; uma pessoa valida o significado e as fontes. O modelo aprendido e a tabela explícita são representações diferentes: uma tabela não aprende automaticamente.
A decisão determina uma saída a partir de entradas. O processo organiza atividades e eventos. O software executor realiza ações e trata falhas. Uma tabela isolada não descreve necessariamente o processo inteiro; as linguagens de controle estudadas por Flores ampliam esse escopo com transições.
Referente: o que será decidido. Objetivo e persona: quem usará o resultado e para quê. Entradas: nomes, tipos, origem e ausências. Domínio: combinações possíveis e restrições. Regras: condições, saída e política. Evidências: fontes, responsável, versão e testes. Uso: como interpretar e executar o resultado.
No JSON deste laboratório ficam o identificador do formato, a versão do modelo, as entradas fixas, a política e as regras. O arquivo é didático e não é um documento DMN padronizado. Alterações permanecem na sessão até exportação; não há salvamento automático.
Registro da revisão: versão 2.3, 21/10/2026. Incorporação dos anexos de formato, propriedades e definições; explicitação de identificação, ações e transições; revisão de completude, compatibilidade, redundância, ordem, paralelismo e não determinismo. Versão 2.2: Incorporação da semântica fornecida pelo autor para 1, 0 e condição irrelevante; revisão dos procedimentos de conversão e diagnóstico, preservando as definições ainda não confirmadas. Versão 2.1: Inclusão do diagrama sintático original, distinção entre sintaxe, semântica e verificação, matriz de correspondências e EBNF didática independente. Mantidas como pendentes as convenções históricas sem legenda confirmada. Versão 2.0: Nova elaboração a partir de indexTD(1).html: substituição do exemplo bancário, correção dos conceitos de cobertura e ambiguidade, distinção entre saída e ação, inclusão de políticas e implementação de execução e verificação.
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