Organizar a versão
Reunir apenas os artefatos necessários, corretos, aprovados e identificados.
Modelo que define como uma versão do LAC é preparada, validada, empacotada, publicada, verificada, monitorada, revertida e evoluída.
Reunir apenas os artefatos necessários, corretos, aprovados e identificados.
Transferir a versão para produção com registro, verificação e autorização.
Confirmar disponibilidade, registrar evidências, tratar incidentes e evoluir.
A implantação deve transformar uma versão candidata em uma versão operacional sem perder controle sobre conteúdo, estrutura, segurança, disponibilidade e histórico.
Garantir que o conjunto publicado corresponda exatamente à versão aprovada.
Registrar origem, data, escopo, responsável, versão e resultado da implantação.
Evitar exposição de arquivos privados, credenciais, rascunhos e dados indevidos.
Permitir retorno rápido à última versão estável quando necessário.
Reduzir interrupções e confirmar que páginas e recursos permanecem acessíveis.
Preservar navegação, caminhos, referências e compatibilidade entre componentes.
Detectar erros, links quebrados, falhas de carregamento e mudanças de uso.
Converter evidências operacionais em novas demandas de correção e melhoria.
A topologia representa os principais locais de execução e o caminho percorrido pelos artefatos até a disponibilização pública.
A unidade de implantação não é apenas uma página isolada. Ela pode envolver arquivos, dependências, dados, imagens, rotas, referências e registros de decisão.
| Componente | Função | Cuidados de implantação |
|---|---|---|
| Páginas HTML | Disponibilizar conteúdos, jornadas e interfaces. | Validar caminhos, títulos, metadados, navegação e estado editorial. |
| Folhas de estilo | Definir aparência, responsividade e consistência visual. | Verificar dependências, regressões e compatibilidade entre páginas. |
| Scripts JavaScript | Implementar SPA, busca, interação e visualizações. | Confirmar carregamento, erros de console e funcionamento sem dados privados. |
| PHP e APIs | Processar solicitações e acessar dados controlados. | Proteger entradas, credenciais, permissões, mensagens de erro e arquivos de estado. |
| Arquivos JSON | Armazenar índices, estados e dados estruturados. | Separar dados públicos e privados; verificar formato e atualização. |
| Imagens e knowgramas | Representar visualmente conceitos, modelos e relações. | Conferir nomes, resolução, direitos, caminhos e correspondência conceitual. |
| Configurações | Controlar comportamento e integração do ambiente. | Não publicar credenciais, segredos ou parâmetros exclusivos do desenvolvimento. |
| Registros de versão | Documentar o que foi implantado. | Manter data, escopo, responsável, origem e resultado. |
O pacote de implantação é o conjunto controlado de arquivos e informações que representa uma versão aprovada para publicação.
Páginas aprovadas, recursos necessários, dependências verificadas, identificação da versão e registro das alterações.
Rascunhos, credenciais, backups antigos, arquivos temporários, dados pessoais, conteúdo privado e experimentos não aprovados.
O fluxo transforma a versão homologada em versão operacional por meio de etapas sucessivas e verificáveis.
Toda implantação deve admitir retorno controlado quando a nova versão comprometer funcionamento, segurança, conteúdo ou experiência de uso.
Erro crítico, perda de navegação, exposição indevida, falha de carregamento ou impacto não previsto.
Restaurar a última versão estável, confirmar o serviço e registrar a causa da reversão.
Falha observada, componente afetado, decisão tomada, correção necessária e prevenção futura.
| Etapa | Ação | Resultado esperado |
|---|---|---|
| Detecção | Identificar e confirmar o incidente. | Compreensão mínima do impacto. |
| Decisão | Escolher corrigir em produção ou reverter. | Redução rápida do risco. |
| Restauração | Repor a versão estável anterior. | Retorno da disponibilidade e integridade. |
| Validação | Reexecutar testes essenciais. | Confirmação do funcionamento. |
| Aprendizagem | Registrar causa, ação e prevenção. | Nova demanda de melhoria incorporada ao LAC. |
A segurança deve atuar antes, durante e depois da publicação, protegendo arquivos, dados, credenciais, permissões e integridade da versão.
Arquivos da área privada não devem participar do pacote público de implantação.
Senhas, tokens, chaves, parâmetros de acesso e comentários sensíveis não podem ser publicados.
Arquivos e diretórios devem possuir apenas as permissões necessárias à execução.
Cópias de segurança devem existir fora da área pública e ser testáveis para recuperação.
Componentes dinâmicos devem tratar entradas, erros, acesso indevido e exposição de dados.
Toda implantação relevante deve deixar evidência de quem, quando, o quê e por quê.
Produção não encerra a implantação. A versão precisa ser observada para confirmar disponibilidade, uso, qualidade e efeitos da mudança.
Confirmar que domínio, páginas e recursos permanecem acessíveis.
Verificar links, imagens, rotas, arquivos e respostas esperadas.
Observar jornadas, páginas acessadas, pontos de entrada e abandono.
Registrar falhas, comportamento inesperado e correções realizadas.
Acompanhar carregamento, peso dos recursos e experiência em dispositivos diferentes.
Observar acessos indevidos, alterações inesperadas e exposição de conteúdo.
Detectar desatualização, incoerência, duplicidade e referências obsoletas.
Converter evidências operacionais em novas perguntas, demandas e decisões.
A arquitetura de implantação deve ser documentada sem criar confusão entre a estrutura do projeto, os arquivos públicos e os artefatos operacionais de publicação.
Implantar é uma decisão técnica e organizacional. Ela exige papéis, critérios, registro e autoridade de aprovação.
| Papel | Responsabilidade | Decisão associada |
|---|---|---|
| Autor | Entregar conteúdo e artefatos prontos para avaliação. | Solicitar promoção da versão. |
| Desenvolvedor | Preparar pacote, dependências e procedimento técnico. | Declarar prontidão técnica. |
| Testador | Aplicar testes e registrar resultados. | Recomendar aprovação ou retorno. |
| Curador | Revisar coerência, qualidade e adequação do conhecimento. | Validar conteúdo para publicação. |
| Responsável pela implantação | Executar publicação, verificação e registro. | Ativar a versão em produção. |
| Governança | Controlar risco, segurança, versão e autorização. | Aprovar, suspender ou reverter a implantação. |
Síntese das decisões que orientam a implantação atual e sua evolução futura.
Mesmo uma mudança pequena deve considerar dependências, navegação e coerência do conjunto.
Arquivos privados, temporários, experimentais e obsoletos permanecem fora do ambiente público.
A versão anterior precisa ser preservada e recuperável.
A transferência dos arquivos não encerra o processo; é necessário confirmar funcionamento real.
Uso, falhas e evidências geram novas demandas cognitivas e técnicas.
Uma futura prática de DevOps poderá automatizar etapas, mas não eliminar critérios e decisões.